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Fernanda Cachão

Vergonha alheia

O fenómeno Bolsonaro (como Trump nos EUA) não morre a 30 de outubro, com a provável eleição de Lula da Silva para o Planalto.

Fernanda Cachão 4 de Outubro de 2022 às 00:30
Foi com vergonha alheia que vi o Brasil eleger, pela primeira vez, Jair Bolsonaro para Presidente e foi com vergonha alheia que assisti desde 2018 a várias intervenções públicas deste militar reformado que não honra o grande país onde nasceu. Com vergonha alheia constatei ontem que que todas as projeções para as eleições falharam - a diferença entre o louco, que deixou morrer milhares durante a pandemia, e o evidente de esquerda não foi assim tão grande, apenas o suficiente para obrigar à segunda volta.



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