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Fernanda Cachão

E o Óscar vai para...

Nesta edição dos Óscares, um iraniano foi premiado pelo melhor filme estrangeiro.

Fernanda Cachão 28 de Fevereiro de 2017 às 00:30
Nesta edição dos Óscares, um iraniano foi premiado pelo melhor filme estrangeiro e não pôde senão mandar uma mensagem a manifestar solidariedade para com os muçulmanos barrados pela política de Trump - e foi epicamente ovacionado.

O prémio de ator principal foi para o protagonista de uma história sobre a América deprimida mas não em demasia, ao ponto de não dar um ótimo argumento.

O melhor filme, bem como os melhores ator e atriz secundários, serviram para que se veja, e de uma vez por todas, que ali não há racistas. Nem estes, nem homofóbicos, porque foi premiada a história de um menino negro que cresce entre toxicodependentes para depois vender droga e recuperar antes do final do filme a paixão da infância por um hispano-americano - enredo semiautobiográfico de um escritor afro-americano que foi alvo, pasme-se, como nos filmes, de um engano reparado no último minuto em direto para todo o Mundo.

E todos cantaram ‘La La Land’. A Academia arranja sempre maneira de fazer o panfleto da América que quer exportar naquele ano.

Em 2017, na realidade, o Óscar foi para as boas intenções.
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