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Fernando Sobral

Violência

Um total de 63 rappers foram assassinados entre 1987 e 2017.

Fernando Sobral 7 de Julho de 2018 às 00:30
O hip-hop e o rap nasceram num contexto de violência atenta. Era um corte radical com a melodiosa soul, feito sobretudo pelos jovens negros das ‘inner cities’ degradadas das grandes cidades norte-americanas, a começar por Nova Iorque. Não deixa de ser curioso que tenha sido uma das vozes mais sonoras da soul, Marvin Gaye, que deixou gravado esse mundo numa canção memorável e sensível: ‘Inner City Blues’.

Mas o ritmo estilizado e o fraseado que viria a ser a base deste universo simples, acabaria por se tornar a voz de uma geração. O mundo de Gil Scott-Heron, Grandmaster Flash e de outros espalhar-se-ia desde a década e 1970 por outras cidades. Radicalizou-se, especialmente com o ‘Gangsta Rap’, onde o apelo à violência fez o sucesso de nomes como  Schooly D, Ice-T ou NWA. O elogio da confrontação (sobretudo contra a polícia),tornou-se um trunfo e uma prova de vida. Os jovens rappers gostavam de deixar bem claros os seus antecedentes criminais.

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