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Francisco J. Gonçalves

Remediar o mal já feito

Um dos aspetos marcantes da guerra na Ucrânia, a par da crueldade russa, é a inoperância dos poderes ocidentais.

Francisco J. Gonçalves 18 de Abril de 2022 às 00:30
Um dos aspetos marcantes da guerra na Ucrânia, a par da crueldade russa, é a inoperância dos poderes ocidentais.

Palavras de apoio fortes, apoio militar a meias, e sanções insuficientes. Esta tibieza põe em causa a utilidade da NATO para garantir a segurança europeia, a menos que se considere que a Ucrânia é menos Europa por não ser da UE e da NATO.

A Alemanha aprofundou a dependência energética face à Rússia a partir de 2014, quando Putin já se apossara da Crimeia e preparava o mesmo no Leste do país. Merkel foi o rosto dessa aproximação incauta, mas cabe aos sucessores no poder em Berlim remendar com dignidade, apesar dos custos, o que o lucro ditou.
Ucrânia NATO política
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