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Francisco José Viegas

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Numa carta de 1955, Albert Camus escrevia que o seu romance ‘A Peste’ era uma alegoria do combate e da resistência contra o nazismo.

Francisco José Viegas 4 de Março de 2020 às 00:30
Numa carta de 1955, Albert Camus escrevia que o seu romance ‘A Peste’ era uma alegoria do combate e da resistência contra o nazismo. O livro fala de uma epidemia que bloqueia e isola a cidade de Orão, na Argélia, submetida a rigorosa quarentena e onde as vítimas se vão multiplicando. Lido à letra ou como alegoria, as vendas de ‘A Peste’ e em Itália e em França atingiram números extraordinários nas últimas semanas – tal como ‘Notre-Dame de Paris’, de Victor Hugo, a seguir ao incêndio da catedral, ou ‘Paris é uma Festa’, de Hemingway, após os atentados de Paris.



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