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Francisco José Viegas

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Tirando Shakespeare, nenhum autor me dá tanto prazer representado no palco como Molière.

Francisco José Viegas 14 de Janeiro de 2022 às 00:30
Tirando Shakespeare, nenhum autor me dá tanto prazer representado no palco como Molière. Peças como ‘A Escola de Mulheres’, ‘O Misantropo’ e ‘O Avarento’ (maravilhosas), ‘Médico à Força’, ‘O Doente Imaginário’ (sua derradeira e dramática interpretação, durante cuja interpretação viria a morrer), ‘Tartufo’, ‘Don Juan’, ‘Casado à Força’, ‘O Burguês Fidalgo’, ‘O Cornudo Imaginário’, a lista completa é infindável – mas dá conta do génio de Jean-Baptiste Poquelin (1622-1673), seu nome verdadeiro.



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