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Francisco José Viegas

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Recentemente, a crítica tem sido pouco amável, descobrindo na penumbra sinais de racismo e misoginia.

Francisco José Viegas 9 de Agosto de 2022 às 00:30
Não é um poeta fácil, mas seria indesculpável deixar passar em silêncio o centenário do nascimento do inglês Philip Larkin (1922-1985), um dos meus autores mais celebrados e certamente um dos poetas mais lidos ou conhecidos em Inglaterra. Associo-o quase sempre a Yeats ou W.H.

Auden - dois grandes -, mas a tristeza e a melancolia de Larkin são maiores, vagueiam como uma música (foi crítico de jazz do ‘Telegraph’, e alguns dos seus textos são comoventes), importunam como a chuva num dia de outono, ou a dificuldade de encontrar uma palavra feliz para dizer entre "os jardins de sombras oblíquas" a meio da madrugada.



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