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Francisco José Viegas

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No livro, Mohajerani não cita apenas teologia islâmica ou a tradição do zoroastrismo, mas também os Provérbios ou o Livro de Job da Bíblia.

Francisco José Viegas 16 de Agosto de 2022 às 00:30
Os livros, dizia Martin Amis, têm uma perigosa vantagem: estão abertos e disponíveis 24 horas por dia. Penso nisso a propósito do seu amigo Salman Rushdie, que sobreviveu ao atentado ordenado há 33 anos. E penso também em Sayyid Ataollah Mohajerani, que foi ministro iraniano da cultura entre 1997 e 2000 e a quem se deve alguma liberalização da vida intelectual do país ou a autorização para a imprensa reformista.



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