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Leonor Pinhão

Contando favas

O treinador do FC Porto não diz coisa com coisa quando as coisas lhe correm mal.

Leonor Pinhão 6 de Março de 2021 às 00:30
O único clube nacional que não precisa de ir à Liga dos Campeões arrecadar milhões para estabelecer os seus créditos competitivos dentro das nossas fronteiras chama-se Sp. Braga e qualificou-se na noite de quarta-feira para a final da Taça de Portugal com uma exibição categórica no Dragão. Tivesse tido o Sp. Braga a sorte de trocar de papéis com o Sporting, que se viu afastado das competições europeias ainda em agosto, e seria hoje, certamente, o líder destacado do campeonato beneficiando daquele doce remanso de jogar uma vez por semana vendo os seus competidores esmifrarem-se meses a fio com compromissos de 3 em 3 e de 4 em 4 dias até à exaustão e ao desconchavo final. O Sp. Braga, tal como o Benfica e o FC Porto, andou na Europa com jogos a meio da semana, cumpriu o programa de fio a pavio para atingir a final da Taça de Portugal e fez o seu caminho do princípio ao fim até à final da Taça da Liga que perderia para o descansadíssimo Sporting de Rúben Amorim. Isto tem valor? Oh, se tem.

O treinador do FC Porto, que não diz coisa com coisa quando as coisas lhe correm mal – e neste pormenor não difere da maior parte dos seus colegas de profissão – optou por encarar o jogo da 2ª mão da meia-final da Taça de Portugal com o Sp. Braga como se de favas contadas se tratasse. Na realidade, teria razões para isso. O Conselho de Arbitragem fez-lhe o obséquio de nomear o juiz de campo que exigiu consumado que foi o nulo com o Sporting no Dragão a contar para a Liga naquilo que só pode ser interpretado como uma exibição extraordinária de poderio fora das quatro linhas. No que diz respeito ao poderio dentro das quatro linhas, Sérgio Conceição deu-se ao desplante de ameaçar o treinador do Sp. Braga no fim do jogo da 1ª mão que com "11 contra 11" a equipa de Carlos Carvalhal levaria "5 ou 6" golos no encontro decisivo o que, perante os factos já consumados, se tratou de uma previsão excessivamente otimista.

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