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Magalhães e Silva

Interrogações

Que modelo, então, para a Segurança Social, em que haja, ou não, plafonamento, e que viabilidade para o sistema nas próximas décadas?

Magalhães e Silva 1 de Outubro de 2015 às 00:30
Se PàF – ‘vade retro’ – for governo outra vez, temos por certo que os descontos para a Segurança Social só atingirão uma parte do salário, terão um tecto; o remanescente será aplicado, mas em conta de cada trabalhador, ou no público, ou em fundos privados. Chegada a reforma, a pensão terá duas componentes: a que vem dos descontos limitados por um tecto e a que corresponda, como se fosse um seguro, ao remanescente, posto a render, seja no público, seja em fundos privados. O plafonamento é isto. Que modelo, então, para a Segurança Social, em que haja, ou não, plafonamento, e que viabilidade para o sistema nas próximas décadas?

Que escola e que modelo de educação? E se a escola deve educar, que conteúdos e limites? Que relação entre escola e cultura, ou entre escola e empresas, ou entre escola, ONG e religiões?

Pode a Justiça continuar a dar de si este espetáculo indecoroso? Não terão o modelo de MP e o modelo de juízes e sua governação de ser revistos sem tabus?
Não sei se o PS dará resposta a estas interrogações. A PàF é que jurou não dar!
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