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Manuel Maria Rodrigues

Mais vigilância

Polícia de vassoura fará parte de uma estratégia para afugentar o Daesh?

Manuel Maria Rodrigues 30 de Maio de 2017 às 00:30
Os resultados da PJ no combate ao crime violento são historicamente dignos de realce. O trabalho das secções de Roubo, e da Unidade Nacional de Contraterrorismo, face aos assaltos à mão armada, carjackings, raptos e sequestros, assaltos a bancos, carrinhas de valores e caixas multibanco, entre outros, tem sido eficaz, fruto do esforço e competência de profissionais empenhados que não hesitam em colocar em risco a própria vida.

No prosseguimento dessa missão, como se viu na madrugada de sábado em Leça do Balio, mais três criminosos foram detidos apesar dos disparos sobre a polícia. Embora nos últimos anos vários grupos tenham sido desmantelados pela PJ, mais de 60 assaltos a multibancos já ocorreram em 2017.

A secretária-geral do SSI mandou reforçar o patrulhamento em quatro distritos como medida preventiva. Esteve bem! Os meios humanos na PJ são escassos, como nas outras polícias, mas, seguramente, não é problema. Na Europa opta-se por polícia armada nas ruas no combate ao crime violento. Em Portugal, 50 elementos da Unidade Especial de Polícia da PSP fazem limpezas munidos de vassouras.

Será uma estratégia inovadora que afugentará a bandidagem e fará tremer o Daesh?
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