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Manuel Queiroz

O mérito é de Rúben Amorim

O Sporting foi campeão, a duas jornadas do fim, com toda a justiça.

Manuel Queiroz 14 de Maio de 2021 às 00:30
O Sporting foi campeão, a duas jornadas do fim, com toda a justiça. Podemos dividir as responsabilidades por muita gente, a começar por Frederico Varandas e Hugo Viana que arriscaram no treinador, mas Rúben Amorim foi a luz essencial. E há um argumento irrebatível: é que não sobreviveu no plantel praticamente nenhum jogador contratado nos dois anos anteriores pela dupla Varandas/Hugo Viana. Ficaram Neto e Matheus Nunes (que tinha estado nos sub-23) e nem Sporar resistiu nesta segunda parte da época, ele que ainda tinha sido tolerado pelo treinador! De contratações estranhas (Jesé, Rafael Camacho, Illori, Bolaste) passou-se a jogadores que faziam sentido na ideia do treinador.

E isto sublinha mais a responsabilidade de Rúben: o plantel foi praticamente novo e mesmo assim foi uma equipa - e consistente. Houve o cuidado de ir buscar gente que conhecia a nossa liga (com algumas exceções) e quase todos portugueses ou jovens com vontade. E depois a devoção a um sistema (3x4x3) que os adversários não souberam derrotar.

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