Barra Cofina

Correio da Manhã

Colunistas
4
Conteúdo exclusivo para Assinantes Se já é assinante faça LOGIN Assine Já

Manuel Queiroz

Um Rafa inesperado

Rafa esteve nos três golos. E devia ter sido o homem do jogo.

Manuel Queiroz 16 de Junho de 2021 às 00:30
No fim, 61 mil espectadores a baterem palmas a todos. Bonito. Portugal ganhou naturalmente, mas não devia precisar da sorte - esta Hungria, sem os dois melhores jogadores, é bem inferior à equipa de 2016. Melhor a primeira parte da seleção de Fernando Santos, mas golos só nos 10 minutos finais. Com sorte: cruza Rafa, desvio num húngaro, aparece Raphael no meio e remata de pé esquerdo, a bola desvia em Orban e trai Gulacsi. Depois um penálti algo generoso, finalmente um belo golo de CR7 depois de trocas de passes com Rafa.

Rafa esteve nos três golos, embora quando entrou, a vinte minutos do fim, ninguém o esperasse - parecia era faltar gente na área. E devia ter sido o homem do jogo. Certo é que a ligação Jota-Ronaldo está longe de ser bem conseguida (e CR7 mostrou-o logo, com razão mas demasiados gestos), João Félix não saiu do banco, Palhinha nem ao banco foi. São pontos interessantes. 3-0 é um excelente resultado (Portugal está quase qualificado), mas ao ataque faltou ‘punch’. E provavelmente é bom que CR7 já tenha despachado mais um recorde – melhor marcador em Europeus, ultrapassando Platini (11-9, mas o francês fez todos em 1984, para nossa desgraça...).

Exclusivos

Assinatura Digital

Acesso sem limites em todos os dispositivos Assinatura válida na APP Correio da Manhã Newsletters exclusivas E-paper antecipado no Quiosque Ofertas e descontos do Clube CM+
Assine já! 1€ no 1º mês
Rafa Portugal Gulacsi Hungria Fernando Santos Raphael Orban CR7 desporto futebol
Ver comentários