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Paulo Fonte

Tristinho, tristinho

A época do Benfica foi uma verdadeira tragédia. Grega.

Paulo Fonte(paulofonte@cmjornal.pt) 26 de Maio de 2021 às 00:30
A época do Benfica foi uma verdadeira tragédia. Grega. Começou com o afastamento, pelo PAOK, dos milhões da Liga dos Campeões, terminou com uma saída em falso de Odysseas. Jorge Jesus bem pode batalhar na tecla Covid, mas a crise, a pandémica, está longe de explicar o descalabro. Foi tudo penoso, arrastado, sem vivacidade. O limpinho, limpinho, uma expressão tão do agrado do treinador, deu lugar a um elementar tristinho, tristinho.

Terminadas as provas, é hora de fazer o balanço. Luís Filipe Vieira também não vive dias radiosos; o desaire de Jesus é o seu revés. O que, na altura do arranque, no tempo dos sorrisos e da gabarolice, parecia ser um passeio a nível interno - com uma encomenda antecipada das faixas de campeão -, e uma pretensão a nível europeu, redundou em nada.

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