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Paulo João Santos

Alerta vermelho

São os custos da guerra na Ucrânia, que se vão acentuando à medida que o conflito se estender no tempo.

Paulo João Santos 11 de Junho de 2022 às 00:32
Os avisos chegam de toda a parte: os tempos estão difíceis e não é coisa passageira, está para durar. Fala-se em descontrolo da inflação, do aumento das taxas de juro, da crise energética, de escassez alimentar, com povos em risco de fome. Fala-se nos perigos de uma nova recessão, numa Europa mal refeita de dois anos de pandemia.

Mesmo sem estes avisos, o cidadão comum já percebeu que vem aí o caminho das pedras - quando se desloca ao supermercado ou à bomba de gasolina. E também já sabe que a prestação da casa vai disparar, desequilibrando ainda mais o parco orçamento familiar.

São os custos da guerra na Ucrânia, que se vão acentuando à medida que o conflito se estender no tempo.

As perspetivas económicas avançadas esta semana por Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, para a Zona Euro, já de si bastante sombrias, poderão, pois, ter de ser corrigidas, para pior, caso as armas não se calem, abrindo brechas na fortaleza dos 27.

O que custa verdadeiramente a entender, é que perante este cenário de agravamento acentuado e repentino das condições de vida dos europeus, não se faça um esforço para se encontrar a paz.

Europa política economia (geral) macroeconomia
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