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Ricardo Baptista Leite

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1 º de Maio. Devemos prestar homenagem aos trabalhadores que mantiveram o País a funcionar.

Ricardo Baptista Leite 1 de Maio de 2021 às 00:30
1 º de Maio. Devemos prestar homenagem aos trabalhadores que mantiveram o País a funcionar. Não me refiro apenas aos profissionais de saúde, ou forças de segurança. Agradeço a todos aqueles que, durante um ano inteiro, deslocaram-se de transportes públicos para ir trabalhar no hipermercado, na fábrica, ou nos serviços de limpeza. A Covid-19 impôs desafios inimagináveis. Diz-se que o País fechou. Mas, vejamos. As fábricas e supermercados fecharam? Os hospitais fecharam? Os serviços de segurança e socorro fecharam? Os lares fecharam? A verdade é que estes, e tantos outros serviços essenciais, mantiveram-se a funcionar. Se assim não tivesse sido, o que comeríamos? Quem cuidaria dos nossos doentes e dos mais desprotegidos? Quem manteria a ordem? Mas também hoje não podemos esquecer aqueles que se adaptaram, por vezes com grande custo, ao teletrabalho. Assim como aqueles que viram os seus postos de trabalho destruídos, que perderam o seu emprego. Os apoios para trabalhadores e empregadores tardaram e foram escassos. Em 2022, quando estivermos novamente a comemorar o dia do trabalhador, espero que estejamos a celebrar a forma como nos reinventámos para melhor, com mais respeito pelos direitos de quem trabalha e de quem, nos dias mais difíceis, continua a lutar para que o País não pare.
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