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Ricardo Ramos

O fracasso de Trump

Qassem Soleimani não era nenhum anjo. Tinha nas mãos o sangue de mais inocentes do que Bin Laden e al-Baghdadi juntos.

Ricardo Ramos 6 de Janeiro de 2020 às 00:30
Qassem Soleimani não era nenhum anjo. Tinha nas mãos o sangue de mais inocentes do que Bin Laden e al-Baghdadi juntos, e o seu legado de terror estendia-se do Iémen à Síria, do Iraque à Faixa de Gaza, do Líbano ao golfo de Omã. Mas se Trump pensava, ingenuamente, que a sua morte iria evitar uma guerra, está enganado.



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