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Teófilo Santiago

Respeito

É uma obrigação honrar o legado de João melo e prosseguir a missão.

Teófilo Santiago 22 de Janeiro de 2016 às 00:30
Há dias que marcam a vida e a alma da gente", diz-se numa cantiga e é bem verdade! Aquele maldito 25 de janeiro, em que bandidos, cobardes, assassinaram a tiros de metralhadora o Inspetor João Melo, da Polícia Judiciária, é um deles.

O Inspetor João Melo tinha apenas 29 anos de idade e era um Homem bom. Naquele malfadado e feio fim de tarde, foi juntar-se a outros companheiros/heróis que tiveram as vidas roubadas por assassinos e terroristas (alguns miseravelmente indultados, convém nunca esquecer) quando generosamente serviam a Justiça e lutavam pela segurança e liberdade dos cidadãos que neles confia(ra)m a defesa da suas vidas, bens e valores.

Enxugadas as lágrimas, na lembrança, reverência e saudade dos que partiram, é obrigação de todos honrar o legado desses companheiros/heróis e a única forma de o fazer é prosseguir a missão na defesa da Justiça e dos valores que ela representa, não se vergando, suportando desilusões e ultrapassando dificuldades, mas exigindo o respeito e a consideração merecidos aos poderes constituídos que, por razões que ninguém sabe mas muitos desconfiam, parecem ir em sentido contrário. Respeito!
João Melo Polícia Judiciária questões sociais
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