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Correio da Manhã

Opinião
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Uma nova energia no CM de sempre, por Carlos Rodrigues

Somos um projeto independente de todos os poderes. A nossa missão são os factos.
Carlos Rodrigues(carlosrodrigues@cmjornal.pt) 17 de Junho de 2021 às 00:33
Carlos Rodrigues
Carlos Rodrigues
O Correio da Manhã de hoje traz o nome de um novo diretor no cabeçalho, o meu.

Ao fim de mais de 14 anos à frente do projeto, Octávio Ribeiro merece a justa homenagem pela dimensão a que elevou o ‘nosso’ CM.

O diretor Octávio Ribeiro conseguiu engrandecer de tal forma o Correio da Manhã que deixa uma realidade que nada tem a ver com aquela que encontrou quando meteu mãos à obra.

Logrou construir um jornal líder, e logo transmutá-lo em marca global de informação em português, em diversas plataformas, incluindo a televisão, através da CMTV, um caso de sucesso que é motivo de estudo mundial.
O pensamento e a prática jornalística de Octávio Ribeiro são um valioso património para o País, e por isso continuará o diálogo incessante connosco, leitores que todos somos, na sua crónica semanal, que aceitou manter, o que me honra de uma forma extraordinária.

Caros leitores:
O Correio da Manhã é, no presente, uma sólida instituição da nossa democracia.

Somos um projeto jornalístico independente de todos os poderes.

A nossa missão são os factos.

Como está consignado no nosso estatuto editorial, que agora reafirmamos com toda a clareza, "reconhecemos o valor absoluto da notícia".

A liderança que mantemos há anos entre os jornais diários, na televisão e na internet dá-nos a certeza de que fizemos a escolha certa.

Escolhemos o jornalismo livre, independente e rigoroso.

No momento em que se vira mais uma página na já longa História do Correio da Manhã, cabe-me reafirmar este compromisso de honra de todos os jornalistas que aqui trabalham todos os dias, em todo o País, e por esse mundo fora.

Essa é a linha vermelha de que jamais abdicaremos.

Na nova era em que o Correio da Manhã e a CMTV entram agora há desafios extraordinários, que resultam da mudança acelerada no mundo depois da pandemia.

Desafios, desde logo, para a imprensa escrita. Salvar o jornal impresso é um imperativo nacional, e da democracia. Se há projeto que pode contribuir para enfrentar os dramáticos desafios que o papel enfrenta, essa marca é a nossa, o Correio da Manhã. Estamos prontos para assumir essa responsabilidade.

É para esta nova era que convoco agora toda a comunidade de leitores do Correio da Manhã, no papel e na internet, e de espectadores da CMTV. São eles a principal razão de ser do nosso trabalho e da paixão que nos une, o jornalismo.

Enfrentaremos esta nova era necessariamente com uma nova energia.

Uma nova energia. O Correio da Manhã de sempre.
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