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Correio da Manhã

Opinião
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Dia da liberdade

Hoje é o primeiro dia do resto do nosso desconfinamento e fazê-lo coincidir com o 1º de Maio é uma escolha feliz.
Alfredo Leite(alfredoleite@cmjornal.pt) 1 de Maio de 2021 às 00:33
Hoje é o primeiro dia do resto do nosso desconfinamento e fazê-lo coincidir com o 1º de Maio é uma escolha feliz. O País já não aguentava mais o encarceramento pandémico e a estatística aconselharia o regresso urgente à normalidade, ainda que condicionada. Desta vez, Governo e especialistas guiaram-nos aparentemente na direção certa. Regra que terá exceção na aplicação de cercas sanitárias parciais a Odemira, concelho onde a atuação do poder central deveria ter sido mais decidida. Com três milhões de portugueses vacinados, a promessa de inoculação de 100 mil pessoas em cada dia e uma gestão competente do processo de vacinação, há razões para um otimismo que, no entanto, aconselha prudência. Epidemiologistas duvidam que a imunidade de grupo seja alcançada mesmo quando se atingir a fasquia de 70% da população vacinada. É por isso que maio é um mês crucial. Desconfinar não poderá ser sinónimo de relaxar e menos ainda de abandalhar. Se voltar à vida com segurança implicar usar máscara, observar distância física e respeitar uma higienização correta durante mais algum tempo, não devemos hesitar um segundo.
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