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Correio da Manhã

Política
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"A mim compete-me gerir o meu gabinete": António Costa recusa comentar contratação de Sérgio Figueiredo

"Membros do Governo são livres de fazer contratações", afirmou Costa.
12 de Agosto de 2022 às 11:01
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"A mim compete-me gerir o meu gabinete": António Costa recusa comentar contratação de Sérgio Figueiredo
O primeiro-ministro, António Costa, recusou esta sexta-feira comentar o caso polémico sobre a contratação de Sérgio Figueiredo.

"Como sabemos, os membros do Governo são livres de fazer contratações e eu não faço comentários", frisou costa.

Numa visita a uma creche na Amadora, António Costa, quando questionado pelos jornalistas, salientou que não se pronunciava "sobre a forma como cada membro do Governo organiza as suas equipas".

O primeiro-ministro disse ainda que aquilo que lhe compete é "gerir o seu gabinete".

"Eu não vou falar de casos específicos, se houver dúvidas, as entidades competentes tratarão delas. Quanto ao mais, é a regra normal. Aquilo que me compete fazer é focar-me naquilo que é essencial para o país", sublinhou.

"Não comento as composições dos membros dos gabinetes dos governos. Como sabemos, os membros do Governo são livres de fazerem contratações para os seus gabinetes, e eu não faço comentários", afirmou António Costa em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à creche Luís Madureira, na Amadora (Lisboa).

Questionado sobre como é que se faz escrutínio à função de Sérgio Figueiredo, Costa respondeu: "Como se faz de todos os outros membros de todos os outros gabinetes. Eu também tenho várias pessoas no meu gabinete a colaborarem comigo, desde assessorias jurídicas, a assessorias económicas, a assessorias de comunicação, das mais diferentes áreas".

"Cada um deve procurar fazer aquilo que lhe compete. Eu compete-me gerir o meu gabinete, não giro os gabinetes dos outros membros do Governo", indicou.

Depois de ter sido questionado, durante quase cerca de quarenta minutos, sobre vários temas da atualidade nacional, o primeiro-ministro voltou a ser interrogado sobre o caso de Sérgio Figueiredo, tendo respondido: "Esse assunto já está morto e enterrado".

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