Barra Cofina

Correio da Manhã

Política
8
Ao minuto Atualizado às 23:26 | 11/09

Figuras da política lembram legado de Jorge Sampaio em dia de homenagem

Dezenas de populares juntam-se à cerimónia fúnebre que decorre ao longo deste sábado.
Correio da Manhã 11 de Setembro de 2021 às 10:30
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
Cerimónia fúnebre realizada este sábado
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
Cerimónia fúnebre realizada este sábado
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
Cerimónia fúnebre realizada este sábado
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
As imagens da homenagem ao antigo Presidente Jorge Sampaio
Decorre este sábado o cortejo fúnebre de Jorge Sampaio. O corpo do antigo Presidente da República Jorge Sampaio vai estar em câmara ardente no antigo Museu dos Coches, em Lisboa, até às 23h00.

O antigo Presidente da República Jorge Sampaio morreu esta sexta-feira aos 81 anos.

O ex-chefe de Estado estava internado desde dia 27 de agosto no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, com dificuldades respiratórias.

Ao minuto Atualizado a 11 de set de 2021 | 23:26
23:26 | 11/09
Lusa

Portas do antigo picadeiro real fecham-se depois de milhares prestarem homenagem

As portas do antigo picadeiro real, onde decorreu o velório de Jorge Sampaio, encerraram pelas 23:00, depois de milhares de portugueses anónimos e também personalidades de vários quadrantes da sociedade prestarem homenagem ao antigo Presidente da República.

A abertura do velório ao público ocorreu cerca das 12:30, depois de as três mais altas figuras do Estado -- Presidente da República, presidente da Assembleia da República e primeiro-ministro -- acompanharem a chegada e a entrada da urna no antigo picadeiro real, junto ao Palácio de Belém, em Lisboa.

Depois deste momento, o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, foi visto por mais três vezes a chegar ao antigo picadeiro real, a última das quais perto da hora de fecho das portas.

23:22 | 11/09
Lusa

Cerca de 300 pessoas nos Jerónimos para homenagem no domingo

Cerca de 300 pessoas deverão assistir, no domingo, à cerimónia evocativa do ex-Presidente da República Jorge Sampaio, no Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa, que contará com as altas figuras do Estado, família, amigos próximos e delegações estrangeiras.

De acordo com o programa das cerimónias fúnebres do antigo chefe de Estado, que morreu na sexta-feira aos 81 anos, a ocupação seguirá as regras fixadas pela Direção-Geral de Saúde, que determinou 75% da capacidade total, "pelo que se prevê um total de cerca de 300 pessoas, separadas em três `ilhas´".

Na primeira `ilha´ estarão 12 elementos da família, as mais altas entidades do Estado e deputados. Em frente estarão amigos próximos de Jorge Sampaio e outras entidades e, à direita da principal, as delegações estrangeiras presentes, bem como o corpo diplomático acreditado em Lisboa.

A ala à esquerda da principal foi destinada à Orquestra Sinfónica Portuguesa e ao Coro do Teatro Nacional de São Carlos.

A cerimónia começa às 11:00 com o Hino Nacional, seguindo-se a passagem de um excerto do discurso da tomada de posse de Jorge Sampaio como Presidente da República, no parlamento, em 9 de março de 1996.

Segue-se a transmissão da intervenção de Sampaio na CNN sobre Timor-Leste, em 10 de dezembro de 1996, que foi um marco importante no processo de auto-determimação daquele país.

A sessão prossegue com mensagens do ex-primeiro-ministro de Timor-Leste Mari Alkatiri e do ex-Presidente da República José Ramos Horta, seguindo-se um momento musical gravado no sábado em Timor pelo coro da escola portuguesa de Díli, interpretando "Ai Timor", dos Trovante.

Em seguida, estão previstas as intervenções dos filhos do ex-chefe de Estado, Vera e André Sampaio, e um poema de Jorge de Sena -- "Uma pequenina luz", dito pela atriz Maria do Céu Guerra.

Intercaladas por peças de música clássica, seguem-se as intervenções do primeiro-ministro, António Costa, do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

A cerimónia termina pelas 13:00 com a saída do cortejo e a urna, coberta pela Bandeira Nacional, será transportada por cadetes das Forças Armadas até ao carro funerário, que seguirá, com escolta de honra, para o Cemitério do Alto de São João, num percurso pela Avenida da Índia, Avenida 24 de Julho, Ribeira das Naus, Praça do Comércio, momento em que cinco caças F-16 sobrevoam o local, Avenida Infante D. Henrique, Avenida Mouzinho de Albuquerque, Praça Paiva Couceiro e Rua Morais Soares.

A chegada ao cemitério está prevista para as 13:30.

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

O Governo decretou três dias de luto nacional, entre hoje e segunda-feira, e cerimónias fúnebres de Estado.

O funeral, com honras de Estado, realiza-se no domingo, antecedido por uma homenagem no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

21:20 | 11/09
Lusa

Passos Coelho assinala "agudíssimo sentido de serviço cívico"

O ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho destacou este sábado o "agudíssimo sentido de serviço cívico" de Jorge Sampaio, considerando que a memória do antigo Presidente da República "deixará saudades no país".

Pedro Passos Coelho (PSD) chegou ao final da tarde ao picadeiro real, em Lisboa, onde decorre hoje o velório de Jorge Sampaio, tendo entrado com a antiga presidente da Assembleia da República Assunção Esteves e o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais.

"Recordo não apenas uma pessoa de uma extrema afabilidade e simpatia, mas sobretudo uma pessoa muito empenhada quer no plano nacional quer no plano internacional com objetivos de natureza cívica", elogiou, em declarações aos jornalistas, ainda na fila para prestar homenagem a Jorge Sampaio.

O antigo chefe de Estado, nas palavras de Passos Coelho, "tinha um agudíssimo sentido de serviço cívico que lhe valeu um reconhecimento internacional também muito grande".

"A sua memória, com certeza, é uma memória que deixará saudades no país", enfatizou, considerado tratar-se "de uma figura muito relevante da política portuguesa".

O ex-primeiro-ministro fez questão de "dar conta da estima e da imensa consideração" que tinha pela figura de Sampaio.

Questionado sobre o facto de Sampaio nem sempre ter sido consensual para governos do PSD, Passos Coelho respondeu que "há tempo para se falar das coisas", não sendo este o momento para isso.

"As pessoas são pessoas no seu todo. Todos temos coisas no nosso passado que são mais polémicas, outras são menos. Não é isso que sobressai hoje e não seria isso seguramente que eu gostava de se fazer sobressair no comentário que haveria de fazer quando venho prestar uma homenagem à sua memória", afirmou.

21:16 | 11/09
Lusa

Santana Lopes esteve presente no velório para despedir-se com "saudade"

O antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes esteve hoje presente no velório de Jorge Sampaio e considerou que as saudades que tem do relacionamento com o antigo Presidente da República estão "acima e para lá das diferenças" que existiam.

Em declarações aos jornalistas, Santana Lopes disse que decidiu prestar homenagem ao antigo chefe de Estado hoje não só por causa "do dever das funções" que exerceu, mas "também pela saudade do relacionamento pessoal, apesar das diferenças" ideológicas entre ambos.

"Os factos são os factos, agora as pessoas e, nomeadamente quando partem, estão acima e para lá das diferenças que existam. Não deixaram de existir, Jorge Sampaio enquanto viveu manteve o seu pensamento, naturalmente, às vezes podemos mudar de ideias... Mas acho que não é a altura para essa visita à história", completou.

Por essa razão, prosseguiu, o dia de hoje é apenas para "expressar a admiração e respeito que se sente por uma grande figura da democracia portuguesa".

Depois de Durão Barroso deixar as funções de primeiro-ministro para presidir à Comissão Europeia, Jorge Sampaio considerou, em julho de 2004, que a maioria PSD/CDS-PP tinha condições para assegurar a "estabilidade política", sustentando que a demissão do primeiro-ministro não implicaria eleições antecipadas.

O antigo chefe de Estado deu então posse a um Governo liderado por Pedro Santana Lopes, mas quatro meses e muitas divergências depois, acabaria por dissolver a Assembleia da República.

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Lisboa, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

Para hoje está previsto o velório e o funeral, com honras de Estado, realiza-se no domingo, antecedido por uma homenagem nacional no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

19:25 | 11/09
Lusa

Portugueses começam a despedir-se com aplausos e flores

Os portugueses começaram este sábado a despedir-se de Jorge Sampaio, com aplausos e flores, frente à câmara de Lisboa, que presidiu, e no velório, no antigo picadeiro real, junto ao Palácio de Belém, onde foi Presidente da República.

Principalmente durante a tarde, formaram-se, à porta do local do velório, filas de cidadãos para se despedirem do ex-dirigente estudantil contra a ditadura deposta no 25 de Abril de 1974, advogado, antigo líder do PS, presidente do município de Lisboa, com uma coligação de esquerda, e Chefe de Estado.

O cortejo fúnebre de Sampaio, que morreu na sexta-feira, chegou ao antigo picadeiro real, junto ao Palácio de Belém, pelas 11:10, e foi recebido pela família e pelas mais altas figuras do Estado: Marcelo Rebelo de Sousa (Presidente da República), Ferro Rodrigues (presidente do parlamento) e António Costa (primeiro-ministro).

18:41 | 11/09
Lusa

"Jorge Sampaio, sempre", lembra António Guterres

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse este sábado "Jorge Sampaio, sempre", considerando que o antigo Presidente da República ficará sempre na memória dos portugueses pelo "estadista que foi".

"Jorge Sampaio disse uma vez '25 de Abril, sempre'. Eu hoje quero dizer 'Jorge Sampaio, sempre'".

Foi assim que António Guterres lembrou Jorge Sampaio, à saída do velório do antigo Presidente da República, que hoje decorre no antigo picadeiro real em Lisboa.

"Sempre na memória dos portugueses o estadista que foi, sempre na memória dos amigos, eterna saudade, e até nas Nações Unidas onde deixou uma marca indelével", declarou.

"Para todos nós, Jorge Sampaio, sempre", enfatizou na sua declaração aos jornalistas.

Em 1977, foi Jorge Sampaio, à época no movimento Intervenção Socialista, a lançar para a mesa de uma reunião preparatória do desfile comemorativo da Revolução dos Cravos o `slogan´ que ficaria para a História: "25 de Abril, sempre".

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

18:35 | 11/09
Lusa

Marcelo regressou ao velório pelas 18h00 e saiu minutos depois

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, voltou este sábado ao velório do antigo chefe de Estado Jorge Sampaio, chegando ao picadeiro real pelas 18:00.

De manhã, Marcelo Rebelo de Sousa, juntamente com o presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, e o primeiro-ministro, António Costa, já tinha estado no local onde decorre o velório de Jorge Sampaio para receber o cortejo fúnebre.

Pouco depois das 18h00, o Presidente da República regressou ao picadeiro real, pela porta principal, dirigindo-se ao interior e saindo minutos depois por um acesso secundário.

Um pouco antes chegou para prestar homenagem a Jorge Sampaio o governador do Banco de Portugal e antigo ministro das Finanças, Mário Centeno e Helena Roseta.

Também o presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, marcou presença, integrando uma comitiva do partido.

Os socialistas Vital Moreira, Maria Manuel Leitão Marques, Romualda Fernandes e Manuel Machado também passaram pelo picadeiro real, localizado junto ao Palácio de Belém.

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

O Governo decretou três dias de luto nacional, entre sábado e segunda-feira, e cerimónias fúnebres de Estado.

Hoje decorre, até às 23:00, o velório, enquanto o funeral, com honras de Estado, se realiza no domingo, antecedido por uma homenagem no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

18:11 | 11/09
Lusa

Alto representante Josep Borell lamenta "perda para Portugal e para a UE"

O Alto Representante da União Europeia para a Política Externa, Josep Borrell, lamentou este sábado a morte do antigo Presidente da República Jorge Sampaio, considerando-a uma "perda para Portugal e para a União Europeia".

"A perda do Presidente Sampaio é uma perda para Portugal e para a União Europeia como um todo", escreveu o responsável espanhol na sua conta na rede social Twitter.

O também ex-presidente do Parlamento Europeu disse ainda ter compartilhado com Jorge Sampaio "os seus ideais de um europeu convicto".

"Ele sempre defendeu a democracia e a liberdade. Fará falta", conclui a mensagem de Josep Borrell.

O antigo Presidente da República Jorge Sampaio morreu na sexta-feira aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

Para este sábado está previsto o velório e o funeral, com honras de Estado, realiza-se no domingo, antecedido por uma homenagem nacional no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Antes do 25 de Abril de 1974, foi um dos protagonistas da crise académica do princípio dos anos 60, que gerou um longo e generalizado movimento de contestação estudantil ao Estado Novo, tendo, como advogado, defendido presos políticos durante a ditadura.

Jorge Sampaio foi secretário-geral do PS (1989-1992), presidente da Câmara Municipal de Lisboa (1990-1995) e Presidente da República (1996 e 2006).

Após a passagem pela Presidência da República, foi nomeado em 2006 pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas enviado especial para a Luta contra a Tuberculose e, entre 2007 e 2013, foi alto representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

Atualmente presidia à Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013 com o objetivo de contribuir para dar resposta à emergência académica que o conflito na Síria criara, deixando milhares de jovens sem acesso à educação.

17:11 | 11/09
Lusa

Cidadãos agradecem e enaltecem lado humano de Jorge Sampaio

Milhares de pessoas passaram desde o fim da manhã de sábado pelo antigo picadeiro real, em Lisboa, para agradecer ao ex-Presidente da República Jorge Sampaio tudo o que fez por Portugal, mas sobretudo para enaltecerem o seu lado humano.

O cortejo fúnebre do antigo chefe de Estado Jorge Sampaio, que morreu na sexta-feira, chegou ao antigo picadeiro real, junto ao Palácio de Belém, pelas 11:10, tendo sido o velório aberto público cerca das 12:30.

Desde então, têm sido várias as pessoas, muitas delas anónimas, mas também várias personalidades da política e de outras áreas, que têm passado pelo antigo Museu Nacional dos Coches para prestar a última homenagem a Jorge Sampaio.

Depois de uma fraca adesão durante a hora do almoço, a fila junto ao antigo picadeiro real começou a aumentar por volta das 16:00, chegando junto ao Museu da Presidência.

Dezenas de coroas de flores estão também a chegar desde manhã ao local onde o corpo de Jorge Sampaio está em câmara ardente.

"Foi um presidente muito carinhoso. Portugal perde um grande amigo do povo", disse à agência Lusa José Gomes, que foi prestar a última homenagem a Jorge Sampaio juntamente com a filha.

Enquanto esperava na fila confessou que Jorge Sampaio foi "sem dúvida o melhor presidente de Portugal", caracterizando ainda o antigo chefe de Estado como uma "pessoa simples e amiga do povo".

"É uma perda muito grande", sustentou.

Com um ramo de flores na mão, Manuel não se importa de esperar tempo na fila para prestar o seu reconhecimento e agradecimento ao homem que "deu um enorme contributo para a sociedade que hoje existe em Portugal".

"O que ele fez com os sírios, com os refugiados, nas Nações Unidas, foi um grande homem, um grande português. Acho que todos lhe devemos muito. O país que temos hoje foi construído por pessoas como ele", frisou à Lusa.

Por sua vez, Maria Teresa destacou à Lusa "o lado humano, a firmeza e o caráter" de Jorge Sampaio.

"Só morre quem não é lembrado, ele está no nosso coração", sublinhou Maria Teresa.

Para Cristina Mendes da Silva, Jorge Sampaio foi um homem que fez "muito por Portugal e marcou a diferença como Presidente da República, mas também como político, homem e advogado".

"Fez muito pelo nosso país, sobretudo pelas pessoas que mais precisam e em prol da liberdade. Acho que todos nós portugueses temos muito que lhe agradecer, sobretudo num país que se quer democrático, em liberdade e onde as pessoas têm direitos iguais", disse à Lusa, enquanto aguardava na fila, frisando que vai ficar "para sempre na história do país".

Cristina Mendes da Silva destacou "quase tudo da carreira" de Jorge Sampaio, mas enalteceu sobretudo "a preocupação com os estudantes, o papel importante que teve com Timor e agora o seu último apelo para com as mulheres afegãs".

Sílvia Guerreiro deslocou-se ao velório de Jorge Sampaio com o marido e as três filhas, ainda crianças, e justificou: "Viemos em família para prestar a última homenagem. Espero que esta pequena e simbólica passagem por aqui deixe nas nossas filhas a ideia de perceber um bocadinho mais de quem foi Jorge Sampaio".

Sílvia Guerreiro lamentou à Lusa quo ex-Presidente da República não tenha "deixado mais a sua pegada no país e no mundo".

Destacando a humanidade, atitude e a vida simples de Jorge Sampaio, Sílvia Guerreiro considerou-o uma "pessoa rara", que "devia ter feito escola e deixado mais herdeiros na sua posição da política".

"É para isso que a política existe, para servir o povo. Ele serviu o povo muito bem e às vezes até com sacrifico próprio", disse.

O velório está aberto ao público até às 23:00 de hoje.

A abertura ao público do velório aconteceu após as três mais altas figuras do Estado -- Presidente da República, presidente da Assembleia da República e primeiro-ministro - acompanharem a chegada e a entrada da urna no antigo picadeiro real, juntamente com a família de Jorge Sampaio.

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

O Governo decretou três dias de luto nacional, entre hoje e segunda-feira, e cerimónias fúnebres de Estado.

O funeral de Jorge Sampaio, com honras de Estado, realiza-se no domingo, antecedido por uma homenagem no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

16:56 | 11/09
Lusa

Ximenes Belo presente no velório agradece contributo para a causa timorense

O bispo Ximenes Belo agradeceu este sábado o contributo de Jorge Sampaio para "a independência de Timor", dizendo estar "triste e comovido" com a morte do antigo Presidente da República português.

O antigo bispo de Díli, que em 1996 recebeu o Prémio Nobel da Paz juntamente com José Ramos Horta, marcou este sábado presença no antigo picadeiro real, onde decorre o velório de Jorge Sampaio.

"O nosso agradecimento sincero e profundo à contribuição que sua excelência deu para a independência de Timor", afirmou aos jornalistas à saída, agradecendo particularmente a condecoração da Ordem Infante que recebeu de Jorge Sampaio.

Questionado se o antigo chefe de Estado foi decisivo para a independência de Timor-Leste, Ximenes Belo concordou, ressalvando que teve esse papel "entre outras personalidades portuguesas".

"Estamos triste e estamos comovidos", sublinhou.

Pela mesma altura, esteve também presente no velório o presidente do Parlamento Nacional da República Democrática de Timor-Leste, Aniceto Guterres Lopes.

Já passava das 16:00 quando uma comitiva timorense chegou a local onde decorrem as cerimónias fúnebres, tendo sido recebidos na entrada pelo filho do antigo chefe de Estado, André Sampaio.

Aniceto Guterres Lopes já se encontrava em Portugal tendo, de acordo com página do parlamento português, sido recebido pelo presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues, na sexta-feira por ocasião da sua passagem por Lisboa.

Durante a tarde, foram sempre chegando ao antigo picadeiro real anónimos e figuras de diferentes áreas da sociedade, entre as quais a secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, o antigo ministro do CDS-PP Pires de Lima, o ex-coordenador da task force da vacinação, Francisco Ramos, os socialistas Edite Estrela, Jorge Lacão e Pedro Silva Pereira, a jornalista Clara Ferreira Alves e ainda o antigo treinador de futebol Toni.

Depois das comitivas do BE, PCP, PAN e Iniciativa Liberal que estiverem presentes ao final da manhã, da parte da tarde, pelo PS, estiveram no velório de Jorge Sampaio os secretários nacionais Maria da Luz Rosinha e Pedro Cegonho, o líder da JS, Miguel Costa Matos e líder das mulheres socialistas, Elza Pais.

Na porta principal, por onde entravam todos os que quiserem prestar homenagem a Jorge Sampaio, havia um controlo de segurança com detetores de metais.

Desde que abriram as portas do antigo picadeiro tem sido constante a chegada de muitos ramos e coroas de flores para homenagear Jorge Sampaio na sua partida.

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

O Governo decretou três dias de luto nacional, entre sábado e segunda-feira, e cerimónias fúnebres de Estado.

Este sábado decorre, até às 23:00, o velório, enquanto o funeral, com honras de Estado, se realiza no domingo, antecedido por uma homenagem no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

16:48 | 11/09
Lusa

Associação de Sargentos lembra exemplo de "reconhecimento" das associações militares

A Associação Nacional de Sargentos (ANS) manifestou este sábado pesar pela morte do antigo Presidente da República Jorge Sampaio, lembrando o seu "elevado sentido democrático" e o seu "reconhecimento" das associações militares.

"Neste momento não pode, nem deve, deixar de ser lembrada a sua atitude de elevado sentido democrático e o exemplo de como interpretou e concretizou o reconhecimento das associações militares e a necessidade de com elas abordar as matérias específicas das suas competências", refere a ANS em comunicado.

Segundo recorda, "enquanto deputado à Assembleia da República, em 1982, Jorge Sampaio votou contra, com declaração de voto, o famigerado artigo 31.º da Lei de Defesa, por considerar que tal artigo restringia excessivamente os direitos dos cidadãos militares".

"Dezanove anos mais tarde, em 2001, na qualidade de Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, Jorge Sampaio promulgou a Lei Orgânica que reconheceu o direito de associação profissional dos militares e a consequente e necessária Lei Orgânica que alterou o dito artigo 31.º da Lei de Defesa Nacional", acrescenta.

Uma solução que, "não tendo sido perfeita, nem suficiente, até pelo repetido incumprimento destas leis orgânicas por parte dos sucessivos governos, foi, contudo, um importante marco no percurso da luta pelos direitos dos militares e pelo próprio associativismo militar", refere a direção da ANS.

No comunicado, em que apresenta as suas condolências à família do antigo chefe de Estado, a associação lembra ainda que "Jorge Sampaio, como Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas, por várias vezes recebeu em audiência delegações de dirigentes da ANS para abordar matérias de âmbito socioprofissional".

Um "exemplo e prática que -- nota - nunca foram seguidos pelos seus sucessores".

A Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), em comunicado este sábado divulgado, também lamentou a morte de Jorge Sampaio, recordando-o como um "homem bom", "que deixou a marca profunda sua integridade, do seu rigor ético e do seu respeito pela verdade em tudo o que assumiu como importante e inadiável do ponto de vista estratégico moral e humano".

"É absolutamente impressionante e invulgar a unanimidade criada em torno do seu nome, nas horas que se seguiram à difusão da notícia da sua morte no Hospital de Santa Cruz", em Lisboa, na sexta-feira.

"Mesmo condicionado pela doença que o foi fragilizando, nunca deixou de se bater por aquilo em que acreditava e que transformou em causa, numa vida animada por tantas causas e combates por aquilo que era justo e solidariamente essencial".

"Era um trabalhador incansável, um homem que sabia ouvir e respeitar quem merecia ser respeitado, sempre com exigência e rigor. (...) Sendo um homem culto, esteve sempre disponível para saber como trabalhava e evoluía a SPA, cujos membros este sábado o recordam com muita admiração e respeito".

"Jorge Sampaio honrou e engrandeceu a democracia portuguesa, que quis ver mais solidária e humanizada e tem um lugar reservado na nossa memória", conclui a SPA.

O antigo Presidente da República Jorge Sampaio morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

O velório decorre este sábado e o funeral, com honras de Estado, realiza-se no domingo, antecedido por uma homenagem nacional no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Antes do 25 de Abril de 1974, foi um dos protagonistas da crise académica do princípio dos anos 60, que gerou um longo e generalizado movimento de contestação estudantil ao Estado Novo, tendo, como advogado, defendido presos políticos durante a ditadura.

Jorge Sampaio foi secretário-geral do PS (1989-1992), presidente da Câmara Municipal de Lisboa (1990-1995) e Presidente da República (1996 e 2006).

Após a passagem pela Presidência da República, foi nomeado, em 2006, pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, enviado especial para a Luta contra a Tuberculose e, entre 2007 e 2013, foi alto representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

Atualmente presidia à Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013 com o objetivo de contribuir para dar resposta à emergência académica que o conflito na Síria criara, deixando milhares de jovens sem acesso à educação.

16:26 | 11/09
Lusa

Primeiro-ministro de São Tomé e Príncipe vai estar no funeral do antigo Presidente

O chefe do Governo de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, vai estar presente no funeral do antigo Presidente português Jorge Sampaio, que se realiza no domingo, em Lisboa, disse à Lusa fonte do executivo são-tomense.

A mesma fonte indicou que o primeiro-ministro são-tomense viaja este sábado para Portugal.

Na sexta-feira, Bom Jesus recordou Jorge Sampaio como uma "grande referência de homem de Estado" para São Tomé e Príncipe e para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

"Creio que o seu legado será seguido pelos mais novos e espero que o povo português possa continuar a honrar a memória deste grande homem, que, além de ser uma referência para o povo português, para a comunidade da CPLP, é um cidadão do mundo", afirmou o primeiro-ministro são-tomense, reagindo à morte do antigo Presidente português.

O antigo Presidente da República Jorge Sampaio morreu na sexta-feira aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

Hoje decorre o velório, e o funeral, com honras de Estado, realiza-se no domingo, antecedido por uma homenagem nacional no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Antes do 25 de Abril de 1974, foi um dos protagonistas da crise académica do princípio dos anos 60, que gerou um longo e generalizado movimento de contestação estudantil ao Estado Novo, tendo, como advogado, defendido presos políticos durante a ditadura.

Jorge Sampaio foi secretário-geral do PS (1989-1992), presidente da Câmara Municipal de Lisboa (1990-1995) e Presidente da República (1996 e 2006).

Após a passagem pela Presidência da República, foi nomeado em 2006 pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas enviado especial para a Luta contra a Tuberculose e, entre 2007 e 2013, foi alto representante da ONU para a Aliança das Civilizações.

Atualmente presidia à Plataforma Global para os Estudantes Sírios, fundada por si em 2013 com o objetivo de contribuir para dar resposta à emergência académica que o conflito na Síria criara, deixando milhares de jovens sem acesso à educação.

15:58 | 11/09

Precursor de acordos à esquerda e uma "referência" política para Pedro Nuno Santos

O ministro Pedro Nuno Santos afirmou este sábado que Jorge Sampaio é a sua "grande referência" política, foi precursor dos entendimentos à esquerda, adversário da "terceira via" liberal, sendo um "socialista do coração" e não apenas de cartão.
15:55 | 11/09

Sampaio da Nóvoa recorda "um grande e imenso senhor da liberdade"

O antigo candidato presidencial António Sampaio da Nóvoa recordou Jorge Sampaio como "um grande e imenso senhor da liberdade" e "um grande humanista".

"Estamos a homenagear um grande humanista, um homem com uma profunda visão do mundo, que olhava para o mundo do presente e para o mundo do futuro", afirmou Sampaio da Nóvoa, em declarações aos jornalistas, após o velório do antigo Presidente da República.  

15:51 | 11/09

Cardeal-patriarca de Lisboa expressa "respeito e gratidão"

O cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente, esteve presente no velório do antigo Presidente da República. À saída do velório, o cardeal-patriarca de Lisboa disse aos jornalistas que guarda "uma memória cheia de respeito e de gratidão" pelo antigo chefe de Estado, que descreveu como alguém que "foi durante toda a sua vida, coerente com as suas ideias, com os seus princípios, em todo o tipo de situações", na vida particular, profissional e no exercício de funções públicas.

Manuel Clemente destacou ainda o empenho de Jorge Sampaio na "ligação dos povos e das civilizações" e no "apoio aos refugiados sírios".

15:44 | 11/09

Livro de condolências eletrónico

O Governo disponibilizou um livro de condolências eletrónico, onde  os cidadãos podem deixar mensagens de condolências pela morte do antigo chefe de Estado desde as 12h30 deste sábado.
13:29 | 11/09

Líderes do BE e PCP homenageiam antigo presidente

Os líderes de BE e PCP prestaram hoje a sua homenagem a Jorge Sampaio, antigo Museu dos Coches, em Belém.
Catarina Martins e Jerónimo de Sousa recordaram Jorge Sampaio como um "homem de coragem" e "profundamente coerente", mencionando ainda as "pontes à esquerda" feitas pelo ex-Presidente.

"Jorge Sampaio foi, durante o seu percurso, um democrata convicto, um homem de coragem particularmente pela sua ação, pela sua intervenção nos tribunais plenários fascistas, na defesa de muitos democratas antifascistas que eram vítimas da perseguição", considerou Jerónimo de Sousa.

Catarina Martins destacou a exigência que Sampaio deixou "ao país, lembrando que a solidariedade não é uma opção, é um dever". 

12:23 | 11/09

Siza Vieira e Alegre destacam "cortesia" e elegância" na forma de fazer política

O ministro de Estado e da Economia e o dirigente "histórico" socialista Manuel Alegre salientaram ambos hoje a forma como o antigo Presidente da República Jorge Sampaio exerceu funções políticas, destacando a sua "cortesia" e "elegância".

Jorge Sampaio, antigo secretário-geral do PS (1989/1992) e Presidente da República (1996/2006), morreu na sexta-feira, aos 81 anos, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, Oeiras, onde estava internado desde 27 de agosto, na sequência de dificuldades respiratórias.

Pedro Siza Viera, segundo da hierarquia do Governo, fez uma breve declaração aos jornalistas à saída do velório, no antigo picadeiro real, depois adaptado a Museu dos Coches, junto ao Palácio de Belém, depois de ter cumprimentado a família de Jorge Sampaio.

12:16 | 11/09

Ramalho Eanes, Eduardo Cabrita e Cavaco Silva marcam presença

Os antigos Presidentes da República, Cavaco Silva e Ramalho Eanes, também estão presentes nas cerimónias de homenagem a Jorge Sampaio.

O Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, também está em Belém.
12:15 | 11/09

Marta Temido diz que Sampaio "modificou a vida de muitas pessoas"

A ministra da Saúde, Marta Temido, esteve em Belém para prestar homenagem a Jorge Sampaio. "Era um homem que acreditava nas pessoas", disse a ministra.

"Modificou a vida de muitas pessoas e que por todo o Mundo choram a sua morte", concluiu.
12:14 | 11/09

Aberto ao público

O velório de Jorge Sampaio já está aberto ao público. Quem quiser prestar homenagem ao antigo Presidente da República poderá fazê-lo até às 23h00.
11:21 | 11/09

Aplausos na Câmara de Lisboa

A carregar o vídeo ...
11:15 | 11/09

No Museu Nacional dos Coches

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o primeiro-ministro, António Costa, receberam hoje o cortejo fúnebre do antigo chefe de Estado Jorge Sampaio, em Belém, pelas 11h10.

Antes da abertura da câmara ardente ao público, as três mais altas figuras do Estado acompanharam a chegada e a entrada da urna no antigo picadeiro real, depois adaptado a Museu dos Coches, junto ao Palácio de Belém, em Lisboa, juntamente com a família de Jorge Sampaio.

Coberta pela bandeira nacional, a urna com o corpo de Jorge Sampaio chegou a Belém transportada num carro funerário, do qual foi retirada por cadetes das Forças Armadas.

10:45 | 11/09

Na Câmara de Lisboa

O cortejo fúnebre de Jorge Sampaio chegou hoje às 10h36 à Praça do Município de Lisboa, naquele que é o primeiro momento de homenagem pública deste sábado ao antigo Presidente da República, que morreu na sexta-feira.

À espera do cortejo fúnebre de Jorge Sampaio, que foi também presidente da câmara de Lisboa entre 1990 e 1995, estavam familiares, o atual presidente do executivo camarário, Fernando Medina, vereadores, deputados municipais, presidentes de freguesia e candidatos nas autárquicas de 26 de setembro, entre outras entidades.

Dezenas de populares juntaram-se também à homenagem na Praça do Município, onde se foram concentrando desde antes das 10h00 da manhã.

10:40 | 11/09

Cerimónias fúnebres já arrancaram

Corpo de Jorge Sampaio chega à Praça do Município, em Lisboa. Muitos portugueses prestam homenagem ao antigo Presidente da República.

Família de Jorge Sampaio vai seguir no cortejo fúnebre até Belém.
Lisboa Museu dos Coches Jorge Sampaio questões sociais morte
Ver comentários