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Correio da Manhã

Política
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Costa afirma que é seguro votar no domingo e há "um sentido de emergência"

"Quando há ajuntamentos, todos temos de estar com máscara", relembrou o secretário-geral do PS.
Lusa 27 de Janeiro de 2022 às 19:18
António Costa
António Costa FOTO: TIAGO PETINGA
O secretário-geral do PS considerou esta quinta-feira que estão reunidas condições para que no domingo o direito de voto seja exercido com segurança e afirmou acreditar que há um sentimento de emergência para acabar com a atual crise política.

António Costa falava aos jornalistas no final de uma ação pelas ruas do centro de Setúbal, durante a qual esteve acompanhado pela cabeça de lista por este círculo, Ana Catarina Mendes, e por candidatos a deputados pelo PS neste distrito, casos do ministro João Gomes Cravinho, do secretário de Estado Jorge Seguro Sanches e da dirigente Maria Antónia Almeida Santos.

"Estão criadas todas as condições para que no domingo todos possam votar em segurança. É muito importante que assim aconteça. Obviamente, quando há ajuntamentos, todos temos de estar com máscara", referiu.

Antes, o líder socialista tinha falado sobre a atual conjuntura política do país na sequência do chumbo do Orçamento do Estado para 2022.

"Há um sentido de emergência nas pessoas relativamente à necessidade de ir votar. E de, com um voto de cada, este domingo, se resolver esta crise política que irresponsavelmente foi criada. Uma crise que se somou a uma crise pandémica, económica e social e da qual todos estamos a fazer um grande esforço para sair", apontou.

Depois, referiu-se a conversas que teve durante a ação em que percorreu as ruas do centro de Setúbal.

"Basta falar com cada um destes comerciantes de Setúbal e todos nos comunicam o esforço que estão a fazer para recuperar, depois de quase dois anos em que a atividade foi sucessivamente interrompida por confinamentos", alegou.

Numa mensagem dirigida aos indecisos, que ainda estão a ponderar o seu sentido de voto, António Costa voltou a bater nas supostas relações entre PSD e Chega: "Temos de garantir que a solução política de estabilidade que existirá a partir da próxima segunda-feira não exige nem compromete qualquer tipo de condicionamento ou influência por parte da extrema-direita".

"E para que isso aconteça a única solução é o PS ser claramente o primeiro e ter a força suficiente para gerar os consensos que deem estabilidade ao país e tranquilidade aos portugueses", acrescentou.

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