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Política

“Há circunstâncias de risco que explicam precauções maiores”: Marcelo apela à responsabilidade dos portugueses

Presidente da República recordou que "a pandemia não terminou" e rejeitou facilitismos no final da reunião de especialistas no Infarmed.
Correio da Manhã 16 de Setembro de 2021 às 18:14
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“Há circunstâncias de risco que explicam precauções maiores”: Marcelo apela à responsabilidade dos portugueses
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, reagiu à reunião de especialistas no Infarmed desta quinta-feira e frisou que "o processo ainda não terminou".

"Foi aqui explicado o que vai ser o conjunto de cenários do futuro, quais os desafios imediatos. O estudo dos que podem vir a ser considerados como destinatários da terceira dose, a importância dos testes, a importância sublinhada pela Diretora Geral da Saúde de aplicar as regras gerais da transição para uma nova fase, como as situações de lares e transportes públicos, onde há um risco maior. Mas, sobretudo, houve um apelo à responsabilidade individual dos portugueses que, no fundo, é coletiva. Saberem o que devem fazer para não colocar em perigo a sua saúde e a dos outros", apontou em declarações aos jornalistas.

"É um apelo que não é novo para os portugueses, que têm correspondido. Na rua, mesmo neste momento em que houve um passo no sentido de acompanhar a responsabilidade individual em vez de regras obrigatórias, as pessoas reagiram de forma diversa. É esse o grande apelo", acrescentou referindo o fim do uso obrigatório de máscara na rua.

O Presidente da República sublinhou ainda que "vai haver monitorização" sobretudo em dois momentos específicos: o início do ano letivo e o final do ano, no período de Natal e passagem de ano.

Marcelo Rebelo de Sousa recordou os efeitos da pandemia nas economias europeias e sublinhou: "A pandemia não terminou, continua a haver internados nos cuidados intensivos e mortos". Elogiou ainda os profissionais de saúde que continua a combater a Covid-19. "Não há facilitismos, é um adaptar dos comportamentos a uma nova fase", sintetizou.

"Admito que houve reuniões em que saímos daqui e a realidade era outra, era pesada", recordou Marcelo, sobre os meses mais negros da pandemia.

"Foi um voto esmagador na adesão às medidas que eram propostas", disse sobre a resposta dos portugueses às medidas impostas durante o último ano e meio, como as regras de uso de máscaras, distanciamento ou de funcionamento de diversos estabelecimentos.
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