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Correio da Manhã

Política
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Mangualde saiu à rua para último adeus a Jorge Coelho

Na homenagem ao histórico socialista, populares empunhavam cravos vermelhos.
João Maltez 11 de Abril de 2021 às 09:55
População de Mangualde, concelho onde Jorge Coelho nasceu, marcou presença nas ruas da cidade para prestar a última homenagem ao histórico socialista
Agricultores prestam homenagem a Jorge Coelho em Mangalde
António Costa acompanhado pela mulher no funeral de Jorge Coelho
Saída da urna de Jorge Coelho da Basílica da Estrela
Ministro Eduardo Cabrita no funeral de Jorge Coelho
Ministro Matos Fernandes no funeral de Jorge Coelho
População de Mangualde, concelho onde Jorge Coelho nasceu, marcou presença nas ruas da cidade para prestar a última homenagem ao histórico socialista
Agricultores prestam homenagem a Jorge Coelho em Mangalde
António Costa acompanhado pela mulher no funeral de Jorge Coelho
Saída da urna de Jorge Coelho da Basílica da Estrela
Ministro Eduardo Cabrita no funeral de Jorge Coelho
Ministro Matos Fernandes no funeral de Jorge Coelho
População de Mangualde, concelho onde Jorge Coelho nasceu, marcou presença nas ruas da cidade para prestar a última homenagem ao histórico socialista
Agricultores prestam homenagem a Jorge Coelho em Mangalde
António Costa acompanhado pela mulher no funeral de Jorge Coelho
Saída da urna de Jorge Coelho da Basílica da Estrela
Ministro Eduardo Cabrita no funeral de Jorge Coelho
Ministro Matos Fernandes no funeral de Jorge Coelho
A população de Mangualde, sede do concelho beirão onde o histórico socialista Jorge Coelho nasceu há 66 anos, despediu-se este sábado do filho da terra, falecido a 7 de abril, vítima de ataque cardíaco, num último adeus marcado por aplausos e cravos vermelhos.

O cortejo fúnebre teve início pela manhã, em Lisboa, após uma missa de corpo presente na Basílica da Estrela, onde compareceram diversos companheiros de partido de Jorge Coelho, como o líder do Governo, António Costa, ou os ministros da Administração Interna, Eduardo Cabrita, e do Ambiente, João Matos Fernandes.

De tarde, após a homenagem em Mangualde, a cerimónia fúnebre terminaria no Cemitério de Santiago de Cassurrães, onde o caixão com o corpo de Jorge Coelho foi depositado no jazigo de família.

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