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Presidenciais de "quatro em quatro anos"? A gafe de António Costa em dia de eleições

Primeiro-ministro sublinhou a importância do voto e garantiu que as normas de segurança estão asseguradas.
Correio da Manhã 24 de Janeiro de 2021 às 13:49
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Primeiro-ministro sublinhou a importância do voto e garantiu que as normas de segurança estão asseguradas.
O primeiro-ministro, António Costa, apelou este domingo ao voto, apesar de "demorar um bocadinho mais" por causa da pandemia, e agradeceu às pessoas que "estão a sacrificar o seu domingo" para assegurar o funcionamento do ato eleitoral.

Porém, nao passou despercebida a gafe que, à semelhança de Miguel Sousa Tavares durante uma entrevista com Vitorino Silva, proferiu em declarações aos jornalistas.

"Não é todos os dias que temos o privilégio de escolher o Presidente da República", começa por dizer o primeiro-ministro afirmando, de seguida, que só "de quatro em quatro anos" os portugueses podem votar para escolher o Presidente da República. No entanto, as eleições presidenciais só ocorrem a cada cinco anos e não quatro. 

Portugal elege hoje o 20.º Presidente da República e o sexto em democracia. Para o sufrágio estão inscritos 10.865.010 eleitores, mais 1.208.536 do que nas eleições presidenciais de 2016.

Os sete candidatos aparecem no boletim de voto pela seguinte ordem: Marisa Matias (apoiada pelo Bloco de Esquerda), Marcelo Rebelo de Sousa (PSD e CDS/PP), Tiago Mayan Gonçalves (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega), Vitorino Silva, mais conhecido por Tino de Rans, João Ferreira (PCP e PEV) e a militante do PS Ana Gomes (PAN e Livre).

As assembleias de voto para as eleições presidenciais abriram às 08h00 em Portugal Continental e na Madeira, encerrando às 19h00. Nos Açores abriram e encerram uma hora mais tarde devido à diferença horária.
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