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"Sinto-me seguro aqui e no regresso": Marcelo em Angola após anúncio de nova variante da Covid-19 na África do Sul

Marcelo Rebelo de Sousa disse ainda que é muito importante a adesão à vacinação contra a Covid-19, uma vez que "faz a diferença". 
Correio da Manhã e Lusa 27 de Novembro de 2021 às 17:54
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa FOTO: Lusa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse este sábado durante uma visita a Angola que a suspeita de casos da nova variante de Covid-19 em Portugal não é uma surpresa. 

"Se for verdade, não é propriamente uma surpresa para as autoridades sanitárias, que acompanham o processo desde o início de novembro", declarou mostrando-se confiante que os profissionais de saúde se encontram preparados para combater a variante Omicron. 

Em declarações aos jornalistas em visita a Luanda, Marcelo Rebelo de Sousa garantiu sentir-se seguro no país, mesmo com o anúncio da nova variante da Covid-19 em África e garante não ser conhecimento de ter que fazer quarentena no regresso a Portugal. 

O Presidente da República aproveitou ainda a ocasião para explicar que a adesão à vacinação contra a Covid-19 é muito importante e é preciso que Angola o faça, uma que vez, "faz a diferença". 

"Angola está a pensar seguir alguns países no sentido de estabelecer limites ou restrições de viagens para Angola de países que estejam numa situação mais complicada da pandemia", acrescentou mencionando que o país se encontra a tentar combater o aumento de casos do vírus.

Questionado também sobre a proporcionalidade das medidas apresentadas na última semana pelo Governo para conter a pandemia em Portugal face ao aparecimento da Omicron, o Presidente da República recordou que já durante a última sessão do Infarmed um dos epidemiologistas falou "com conhecimento de causa da existência" de uma "variante da variante e tinha dito que era mais contagiosa", mas possivelmente menos fatal.

Por isso, acrescentou, está a ser feito um trabalho de acompanhamento entre o aumento do número de infeções e a proporcionalidade das medidas que têm de ser decretadas.

"Naquilo que se sabia e sabe neste momento, [as medidas] foram pensadas nesse quadro, portanto, não podemos agora imaginar o que se virá a saber daqui por dois meses, três meses, quatro meses", declarou.

Marcelo também partilhou algo que achou não ser uma "inconfidência" e disse que Angola também estava a pensar encerrar as fronteiras a países com casos da Omicron.

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