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Correio da Manhã

Portugal
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400 mil euros investidos em edifício inclinado em Quarteira

Morador detetou desvio no edifício em 2007 quando brincava com uma bola com o filho.
Diana Santos Gomez 29 de Novembro de 2018 às 08:50
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Prédio apresenta uma inclinação de cerca de 30 centímetros
Um investimento de 400 mil euros vai ser feito, pela Câmara de Loulé, para corrigir um desvio de cerca de 30 cm identificado por peritagens técnicas dos serviços municipais realizadas ao edifício Austral, na rua Alagoa, em Quarteira. A inclinação do prédio foi detetada em 2007.

Cerca de 20 condóminos celebraram na terça-feira um acordo com a autarquia no sentido de garantir uma intervenção preventiva, que deverá começar entre março e abril do próximo ano, e deverá ser concluída num período de seis meses.

Segundo o presidente da câmara, Vítor Aleixo, "a insegurança era preocupante, e por isso tratámos de resolver a situação através de uma negociação com os proprietários". O autarca explica que foi feito um acordo no sentido do município ser "ressarcido gradualmente do valor investido na obra, de acordo com as possibilidades de cada condómino".

A inclinação do edifício deve-se a um erro de conceção da responsabilidade do construtor, segundo explicou ao CM a autarquia. Durante a intervenção, que será concretizada por uma empresa especialista em cálculos de estruturas, os moradores vão continuar no edifício sem qualquer restrição.

A descoberta do problema, em 2007, foi insólita: um morador estava a brincar com o filho e apercebeu-se que a bola com a qual jogavam circulava para a outra ponta da sala sem ser tocada. Os moradores pediram depois o apoio da Câmara de Loulé no sentido de executar as obras.

Desde então a autarquia tem monitorizado as oscilações e procurado resolver o problema. Agora criaram-se as condições para assinar o acordo.
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