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Correio da Manhã

Portugal
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Ambientalistas apupam autarca de Setúbal durante conferência

Cidadãos com máscaras contestam apoio dado pela autarca às dragagens no rio Sado.
Sofia Garcia 9 de Maio de 2019 às 09:12
Manifestantes utilizaram máscaras e no final do discurso lançaram alguns gritos contra a autarca de Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Manifestantes utilizaram máscaras e no final do discurso lançaram alguns gritos contra a autarca de Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Manifestantes utilizaram máscaras e no final do discurso lançaram alguns gritos contra a autarca de Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Conferência internacional 'Vulnerabilidades e Desafios Metropolitanos' em Setúbal
Dez cidadãos ligados à associação SOS Sado, que tem contestado a obra de ampliação do porto de Setúbal, aproveitaram a sessão de abertura de uma conferência internacional sobre alterações climáticas, no fórum Luísa Todi, em Setúbal, para apupar a presidente da autarquia setubalense.

Durante o discurso de Maria das Dores Meira, que abriu a sessão, os manifestantes colocaram máscaras brancas no rosto e deram gargalhadas conjuntas ao longo de toda a intervenção.

No final do discurso, o grupo chegou a lançar alguns gritos contra a presidente.

Questionado sobre o protesto, David Nascimento, da SOS Sado, esclarece que nenhum dos manifestantes pertence ao movimento cívico mas admitiu que se revê naquele tipo de ações e explicou que o que querem é que a autarquia de Setúbal converse com a população sobre a obra que contestam.

"Não estamos a pedir que a presidente tome uma posição porque é evidente que já a tomou, mostra estar incondicionalmente ao lado da obra, mas, face ao que temos visto, a insatisfação da população, acho que a presidente deveria estar aberta a conversar com os cidadãos que se opõem à obra e ser a ponte entre eles e as autoridades que insistem em avançar com as dragagens. Revemo-nos e encorajamos este tipo de ações", disse ao CM.

Segundo o coordenador do Plano Metropolitano de Adaptação às Alterações Climáticas, Sérgio Barroso, a zona entre a Cova do Vapor e Fonte da Telha, no concelho de Almada, é a mais afetada pelas alterações climáticas na região de Lisboa e península de Setúbal.
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