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Correio da Manhã

Portugal

Centro de recolha animal em Mirandela acolhe 1400 cães e gatos

Recebe animais de companhia de cinco concelhos, tem médico veterinário e médica enfermeira a tempo inteiro.
Tânia Rei 9 de Outubro de 2017 às 08:49
Centro de recolha de animais em Mirandela
Gato resgatado no centro de recolha de animais em Mirandela
Cão resgatado no centro de recolha de animais em Mirandela
Centro de recolha de animais em Mirandela
Gato resgatado no centro de recolha de animais em Mirandela
Cão resgatado no centro de recolha de animais em Mirandela
Centro de recolha de animais em Mirandela
Gato resgatado no centro de recolha de animais em Mirandela
Cão resgatado no centro de recolha de animais em Mirandela
A primeira esterilização no Centro de Recolha Oficial da Terra Quente Transmontana, em Frechas, Mirandela, foi realizada quarta-feira e desde fevereiro que já não são feitos abates. No ano passado, o espaço - que recebe animais dos concelhos de Mirandela, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Macedo de Cavaleiros - contabilizou 1400 entradas.

"Temos ainda um acordo com mais dois municípios vizinhos e chegam animais apanhados nas estradas. No final do ano, são números significativos. E vão ser precisos alguns anos para inverter esta tendência", explicou Manuel Miranda, secretário-geral da Associação de Municípios da Terra Quente.

A maior luta diária é a adoção dos animais recolhidos. "No último ano, as taxas rondaram os 13 por cento. Este ano, com um conjunto de iniciativas que já estão em curso e outras a serem implementadas em breve, queremos aumentar a estatística, que está já nos 20 por cento", indica o responsável.

Neste momento, o Centro de Recolha Oficial da Terra Quente Transmontana tem capacidade máxima para 100 cães e gatos. Já tem um médico veterinário e uma médica enfermeira a tempo inteiro. O próximo passo é a ampliação das instalações. Para tal, há uma dotação financeira de 300 mil euros e um concurso a decorrer, no qual podem participar cidadãos e alunos dos concelhos afetos - que vão escolher a nova imagem do centro de recolha, muitas vezes associado a uma 'condenação' ao abate.

E para as escolas não é a única ideia em curso. Está a nascer o 'Mascote Escolar', que pretende incentivar os estabelecimentos de ensino a terem uma mascote.
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