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Correio da Manhã

Portugal
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Circular de Olhão na EN125 retira metade do trânsito da cidade

Nova via terá seis quilómetros de extensão e vai custar cerca de 4,5 milhões de euros.
José Carlos Eusébio 1 de Maio de 2019 às 10:04
Infraestruturas de Portugal quer avançar com a construção da circular de Olhão da EN125
Trânsito na EN125
Trânsito na EN125
Infraestruturas de Portugal quer avançar com a construção da circular de Olhão da EN125
Trânsito na EN125
Trânsito na EN125
Infraestruturas de Portugal quer avançar com a construção da circular de Olhão da EN125
Trânsito na EN125
Trânsito na EN125
A Infraestruturas de Portugal quer avançar com a construção da circular de Olhão da EN125, com cerca de seis quilómetros de extensão, que vai permitir retirar cerca de metade do atual trânsito da cidade.

O investimento previsto ronda os 4,5 milhões de euros.

Segundo o estudo de impacto ambiental, que está desde esta terça-feira e até 12 de junho em fase de consulta pública, a circular terá início a poente de Olhão, próximo da rotunda do Torrejão, e terminará a nascente da cidade, na rotunda existente junto à Zona Empresarial de Marim.

A velocidade base será 80 quilómetros/hora, com uma única faixa de rodagem com uma largura de 7 metros, com duas vias, uma em cada sentido.

Nesta fase de estudo prévio em que o projeto se encontra foram propostas para avaliação duas soluções alternativas para o traçado, com possibilidade de interligação entre si em três zonas distintas.

Os documentos em consulta revelam que a nova via permitirá retirar da cidade cerca de 44% do tráfego ligeiro e 65% do tráfego de pesados.

O atual troço da EN125 será desclassificado e passará a integrar a rede viária municipal, permitindo à câmara local "promover o reordenamento da circulação e do estacionamento, bem como a requalificação urbana de todo esse troço de via", segundo o estudo.

Em 2013, o projeto de uma variante foi chumbado devido aos impactos ambientais negativos.

Agora, o objetivo é minimizar os impactos a nível das habitações e áreas agrícolas, bem como reduzir a intervenção na área do Parque Natural da Ria Formosa, através do desenvolvimento do traçado sobre caminhos já existentes.
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