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Correio da Manhã

Portugal
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Mais 336 gavetões instalados no cemitério de Faro

Crematório também deverá começar a ser construído em breve.
Tiago Griff 3 de Junho de 2019 às 08:16
Cemitério tem falta de espaço e a construção de novos gavetões vem mitigar o problema que afeta o concelho
Funeral no cemitério de Faro
Cemitério de Faro
Cemitério tem falta de espaço e a construção de novos gavetões vem mitigar o problema que afeta o concelho
Funeral no cemitério de Faro
Cemitério de Faro
Cemitério tem falta de espaço e a construção de novos gavetões vem mitigar o problema que afeta o concelho
Funeral no cemitério de Faro
Cemitério de Faro
O problema de falta de espaço no cemitério novo de Faro está prestes a ser parcialmente resolvido.

Depois de, no final do ano passado, terem sido instalados 176 gavetões para colocação de corpos, a autarquia anunciou que mais 336 gavetões vão estar disponíveis em breve, já que a construção entrou agora na fase final.

No total, entre 2018 e 2019, foram investidos 357 mil euros naquele cemitério situado na Estrada da Penha.

"É um investimento municipal importante e que vem ajudar a mitigar a falta de espaço nos dois cemitérios de Faro [o novo e o da Boa Esperança]", disse ao CM fonte da Câmara de Faro em relação à construção destes novos gavetões que deverão estar disponíveis "dentro de poucas semanas".

Estes compartimentos, tal como os que foram instalados em 2018, são de consumpção aeróbia, um sistema de decomposição que consiste na redução do cadáver a ossadas através da ação de substâncias e microrganismos com oxigénio.

Isto poderá também ajudar a evitar a mumificação dos cadáveres, algo que tem acontecido naquele cemitério.

Entretanto, o CM sabe que deverão arrancar em breve as obras de construção de um crematório em Faro - que irá ser instalado junto ao cemitério novo - uma vez que nos próximos dias está previsto ser assinado um contrato de adjudicação da empreitada entre o município farense e a funerária Servilusa.

O processo da construção desta nova valência de incineração de corpos tem sido atribulado desde que foi feito o projeto, em 2009, e que até já levou a que a empresa Servilusa impugnasse o concurso público feito em 2014.
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