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Correio da Manhã

Portugal

Novas linhas do Metro do Porto em operação em 2023

Entidade prevê iniciar em junho obras da futura Linha Rosa e do prolongamento da Linha Amarela até Vila d’Este.
Manuel Jorge Bento 24 de Dezembro de 2019 às 08:48
Metro recebe 18 novas composições e, em 2023, estarão a funcionar a Linha Rosa e a Linha Amarela até Vila D’Este
Metro do Porto
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Metro recebe 18 novas composições e, em 2023, estarão a funcionar a Linha Rosa e a Linha Amarela até Vila D’Este
Metro do Porto
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Metro recebe 18 novas composições e, em 2023, estarão a funcionar a Linha Rosa e a Linha Amarela até Vila D’Este
Metro do Porto
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A Metro do Porto espera que as propostas para as empreitadas da futura Linha Rosa – circular entre os Aliados e a Casa da Música, no Porto - e do prolongamento da Linha Amarela até Vila d’Este, Vila Nova de Gaia, sejam entregues até 18 de fevereiro, com a perspetiva de arrancar com as obras em junho de 2020. Tiago Braga, presidente da administração, indicou esta segunda-feira que o objetivo é, "até 2023, estar em condições para começar a operação comercial" dessas linhas.

O anúncio foi feito na cerimónia que assinalou o transporte de 70 milhões de clientes desde o início deste ano na Metro do Porto. A transportadora indica ainda que disponibilizará, já a partir de 6 de janeiro, duas composições com bancos longitudinais para acomodar mais passageiros, com mais conforto. "Trata-se de um projeto-piloto que estamos a desenvolver com a Escola Superior de Artes e Design.

Teoricamente, a configuração das duas composições permite aumentar quatro lugares, mas o mais importante é a maior capacidade de acomodação, a maior fluidez e menos tempo de paragem", explicou Tiago Braga. O objetivo é fazer a alteração em toda a frota Eurotram (72 veículos).

A Metro do Porto deverá ainda arrancar, em 2020, com o projeto de alteração do término da Linha Amarela no Hospital de S. João, Porto, para aumentar de 11 para 16 o número de veículos por hora, em hora de ponta. A intenção é, no final do ano ou início de 2021, executar aquela obra "relativamente simples".

Entretanto, a chinesa CRRC Tangsthan deverá entregar 18 novas composições à Metro do Porto, por 49,6 milhões de euros.
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