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Correio da Manhã

Portugal

Nove das 43 famílias vão poder voltar já para casa

Fogo que deflagrou em estabelecimento comercial afetou mais de cem moradores em Leça do Balio.
Patrícia Lima Leitão 1 de Julho de 2017 às 09:55
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Incêndio deflagrou ao início da noite numa loja do condomínio Ponte da Pedra e obrigou à evacuação do prédio
Nove das 43 famílias afetadas pelo incêndio ocorrido a 5 e 6 de junho, num estabelecimento comercial em Leça do Balio, Matosinhos, vão poder regressar nos próximos dias às habitações. As restantes permanecem em casas de familiares e amigos e em residências alugadas, com os custos a serem suportados por seguros.

A Câmara de Matosinhos concluiu, quinta-feira, a primeira fase da vistoria técnica à Urbanização Ponte da Pedra, na parte menos afetada pelo incêndio. A avaliação estrutural, com recurso a uma nova tecnologia de ‘laser scanning’, permitiu concluir que existem danos graves na estrutura do resto do edifício, provocados pelas altas temperaturas a que o imóvel esteve exposto.

"Para além dos métodos tradicionais, estamos a recorrer a uma nova tecnologia, com um equipamento que faz uma espécie de raio-x aos pilares e que nos dá uma imagem tridimensional e permite avaliar a profundidade das fissuras", explicou ao CM fonte da autarquia.

A técnica é realizada através de procedimentos rigorosos de medição não-invasiva e tratamento de dados, garantindo uma "sólida e fiável base de trabalho para tomada de decisões ao nível de eventuais intervenções futuras".

Começou já ontem a segunda fase nas zonas mais afetadas, que se vai prolongar nos próximos dias. Por motivos de segurança, 34 habitações vão continuar interditas. Apesar de as peritagens estarem longe de terminar, a Câmara de Matosinhos avança que será necessário proceder a obras de consolidação estrutural para que venha a ser possível o regresso dos restantes moradores às suas habitações.

O incêndio na cave do armazém com cerca de quatro mil metros quadrados mobilizou mais de 130 bombeiros e 40 viaturas.
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