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Correio da Manhã

Portugal
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Tribunal dá ‘luz verde' a obras no Teatro Jordão em Guimarães

Imóvel está encerrado há 25 anos e deverá ser transformado numa escola de música da Universidade do Minho.
Manuel Jorge Bento 14 de Novembro de 2018 às 09:00
Teatro Jordão está encerrado desde 1993 e deverá agora ser requalificado
Domingos Bragança, presidente da câmara municipal, salienta a importância da obra para regenerar a cidade
Teatro Jordão está encerrado desde 1993 e deverá agora ser requalificado
Domingos Bragança, presidente da câmara municipal, salienta a importância da obra para regenerar a cidade
Teatro Jordão está encerrado desde 1993 e deverá agora ser requalificado
Domingos Bragança, presidente da câmara municipal, salienta a importância da obra para regenerar a cidade
O Tribunal de Contas deu o visto às obras de requalificação do Teatro Jordão e da Garagem Avenida, em Guimarães, indicou o presidente da câmara municipal, Domingos Bragança. A empreitada, que representa um investimento de milhões de euros, com financiamento europeu, "iniciar-se-á brevemente", afirma.

O espaço deverá ser transformado numa Escola de Música e Artes Performativas e Visuais da Universidade do Minho. "Houve várias questões, uma anulação do concurso e só agora, há cerca de um ano, é que tive garantias de cerca de 70% de fundos europeus. A obra terá um custo de cerca de 11 milhões de euros e teremos sete ou oito milhões de fundos europeus, o que é essencial", explicou Domingos Bragança, à margem da apresentação da 1ª fase do estudo sobre turismo ‘Estratégia Marca Guimarães’.

O Teatro Jordão, da autoria de José de Brito - também autor do Teatro Rivoli, na cidade do Porto -, e a Garagem Avenida ficam localizadas no centro da cidade, na avenida D. Afonso Henriques. O arranque da requalificação esteve previsto para o início deste ano, mas o concurso lançado em 2017 foi anulado, devido ao "não cumprimento dos procedimentos". O espaço está encerrado desde 1993, ou seja, há 25 anos.

Em declarações aos jornalistas, Domingos Bragança salientou a importância da obra naqueles dois espaços para o processo de regeneração funcional naquela zona central da cidade de Guimarães. O autarca espera que a empreitada arranque no início do próximo ano.

Depois de várias questões processuais que levaram ao adiamento do início da obra, o presidente da Câmara de Guimarães, Domingos Bragança, salienta que, agora, "já só depende da autarquia".
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