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Correio da Manhã

Portugal
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Universidade de Évora com campus americano

Visa dar resposta ao problema da falta de alojamento.
Carla Marques Cordeiro 12 de Abril de 2019 às 08:13
Imagem virtual do projeto do campus a criar em Évora, que contempla 114 habitações e vários serviços
Universidade de Évora
Universidade de Évora
Imagem virtual do projeto do campus a criar em Évora, que contempla 114 habitações e vários serviços
Universidade de Évora
Universidade de Évora
Imagem virtual do projeto do campus a criar em Évora, que contempla 114 habitações e vários serviços
Universidade de Évora
Universidade de Évora
A Universidade de Évora vai implementar uma nova residência para estudantes inspirada nos campus universitários americanos. Com o nome ‘Évora Campus Residence’, vai contar com 114 alojamentos de várias tipologias (T0, T1 e T2).

O complexo residencial situa-se num terreno próximo das piscinas municipais de Évora. É dotado de 306 camas para universitários e professores residentes, distribuídos por 114 habitações, com preços médios de 200 euros e inclui ainda salas de estudo, serviços de apoio, restaurante/bar, anfiteatro, mercearia, cuidados médicos e de enfermagem, ginásio, lavandaria.

As obras devem começar este mês, e estima-se que estejam concluídas até ao final do ano. Embora se trate de uma iniciativa privada, o protocolo celebrado com a construtora obriga a que 10% destas camas sejam para alunos beneficiários de ação social.

"Chamam campus à americana por ter vários serviços associados, o que cria uma vivência", descreve a reitora da Universidade de Évora, Ana Costa Freitas. Os alunos vão também dispor de bicicletas, fornecidas pelo campus, como meio de transporte.

Este novo equipamento visa dar resposta ao problema da falta de alojamento. "Em Évora há muita especulação imobiliária, é uma cidade cara. Há muita procura devido ao turismo", assume a reitora.

Já o representante dos alunos, Miguel Lopes, conta como foi complicado para os estudantes do primeiro ano encontrarem alojamento no início do ano letivo: "Os poucos alojamentos foram logo ocupados nas primeiras horas das matrículas. Alunos e pais estavam aflitos. Lembro-me de um pai da Madeira, com voo marcado para voltar, e não tinha onde deixar a filha".
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