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Correio da Manhã

Portugal
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Ambiente, sexismo e racismo, a mesma luta da Greve Climática Estudantil

Protesto está marcado para sexta-feira em vários países do mundo.
Lusa 23 de Setembro de 2021 às 15:04
Greve climática estudantil
Greve climática estudantil FOTO: Pedro Catarino
O ambiente é apenas uma das causas da Greve Climática estudantil de sexta-feira, cuja "narrativa" distribuída aos ativistas equipara a crise climática ao "sexismo, racismo", discriminação de deficientes e "desigualdade de classe".

O protesto, que tem marcadas quase 1.500 ações em vários países do mundo, 14 das quais em cidades portugueses, intima "os colonizadores do Norte" a pagar "a dívida climática pela quantidade desproporcional" de emissões poluentes ao longo da História.

"A crise climática não existe num vácuo. Outras crises socioeconómicas como o racismo, o sexismo, a discriminação de deficientes, desigualdade de classe e outras amplificam a crise do clima e vice-versa", lê-se num manifesto divulgado na página internet do movimento "Fridays for Future".

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