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Correio da Manhã

Portugal
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Ao minuto Atualizado às 15:09 | 28/04

SMS enviada por vítima do Meco a amigo revela que estava alcoolizada no fim de semana da tragédia

Famílias das seis vítimas da tragédia do Meco reclamam indemnizações no valor global de 1,3 milhões de euros.
Sofia Garcia 28 de Abril de 2021 às 11:30
Julgamento do caso do Meco continua
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O julgamento do processo cível em que as famílias dos seis jovens que morreram durante uma praxe na praia do Meco em 2013 reclamam indemnizações no valor global de 1,3 milhões de euros, arrancou esta quarta-feira no Tribunal de Setúbal.

Ailton Pereira, antigo dux da Lusófona, e Diana Pombeiro, que terá enviado SMS ao antigo Dux Rui a dizer que João Gouveia estava com sede de praxar as vítimas, são hoje ouvidos.

Sérgio Luís, antigo elemento do Copa, também será ouvido.
Ao minuto Atualizado a 28 de abr de 2021 | 15:09
12:16 | 28/04
Ao contrário do antigo Dux Ailton Pereira, Sérgio acredita que a universidade sabia da existência do Copa.

"Acredito plenamente que sabiam da existência do Copa" dado que viam frequentemente grandes ajuntamentos de pessoas em praxe junto ao bar da faculdade, diz Sérgio.

Sérgio Luís era amigo de Andreia Revez, uma das vítimas, e no fim de semana fatídico trocou SMS com ela.

Andreia revelou que estava alcoolizada, que estavam a consumir álcool no fim de semana dizendo ainda: "Isto está tão mal! Está péssimo isto!".

Nestas SMS, Sérgio usava um nome de código "Mariana" e justifica este nome porque Andreia não devia revelar nada do que se passava nos fins de semana de Mpc nem nada do que fosse falado no contexto de conselho máximo de praxe e por isso Sérgio falou com ela naquele fim de semana sob o nome de Mariana.
11:12 | 28/04
Ailton Pereira, antigo Dux da Universidade Lusófona, eleito em 2015, reitera que a reunião com o administrador Manuel Damásio foi para a administração perceber se o que diziam na comunicado social sobre os fins de semana de curso e mpc era verdade. 

O antigo Dux diz ainda que não foi para acertar estratégias com a universidade no sentido de proteger a Lusófona ou as praxes.

Ailton Pereira garante que nunca foi colocado em perigo em nenhuma praxe ou fim de semana académico e não acredita que o que aconteceu naquela noite tenha sido uma praxe.

No entanto, no primeiro depoimento que deu em abril de 2014 disse à PJ que achava que estavam na praia a ser praxados. Foi esta quarta-feira confrontado em tribunal com essas declarações.

No entanto, naquelas declarações à PJ e após ter dito que achava ser praxe acrescentou que estava de cabeça a quente quando o declarou. Portanto, logo naquele momento chamou a atenção para isso.

Ailton conta que após o acidente e até meados de abril de 2014 não foram feitas praxes nem atividades académicas de praxe devido ao que aconteceu no Meco. Nesse período as hierarquias académicas ficaram como que diluídas e após o acidente e saída de João Gouveia como Dux deixou de haver um Dux formal
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