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Correio da Manhã

Portugal
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Clube Náutico do Litoral Alentejano sem espaço

Autarquia admite alargar instalações de outros clubes, mas tem de haver acordo.
Joaquim Bernardo 11 de Maio de 2018 às 08:25
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
Embarcações e material do clube estão em terreno privado com uma vedação improvisada até ser encontrada solução
O Clube Náutico do Litoral Alentejano (CNLA), com sede em Vila Nova de Milfontes, Odemira, teve de deixar as instalações que lhe tinham sido cedidas em 2014, estando agora à procura de um novo local onde possa colocar as suas embarcações.

"O proprietário comunicou-nos que tínhamos de sair das instalações que nos tinha cedido em 2014, altura em que o clube foi fundado", explica José Diogo Santos, vice-presidente do CNLA. Sem local para colocar o material, entre embarcações, coletes e pagaias, "ficou tudo ao ar livre junto à praia da Franquia".

Uma situação "provisória", já que as embarcações "estão no chão sem qualquer segurança, apenas cercadas por uma rede improvisada noutro terreno particular", refere. O dirigente adianta ainda que a autarquia "tem conhecimento da situação" e que, por diversas vezes, "têm sido feitas tentativas para encontrar uma solução".

"Estamos preocupados com a situação e disponíveis para, em conjunto com o clube, encontrar uma solução para o problema", garante Telma Guerreiro, vereadora da Câmara de Odemira com o pelouro do Desporto, adiantando que estão a ser estudadas duas propostas: "Uma é encontrar um local para a construção de instalações próprias e a outra, a que agrada ao clube e à autarquia, é alargar as instalações de outro clube existente na vila, mas para isso acontecer é preciso que todas as partes cheguem a um acordo", frisa a autarca.

O Clube Náutico do Litoral Alentejano foi fundado em 2014 e conta atualmente com cerca de 60 atletas a praticar canoagem em escalões de formação e de competição.
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