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Correio da Manhã

Portugal

Governo aprova teste antiterror

Resposta a invasão do aeroporto foi considerada positiva.
Miguel Curado 20 de Maio de 2019 às 01:30
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
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PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
PSP reagiu com rapidez à entrada intempestiva de um condutor pela porta do aeroporto de Lisboa, manietando o homem
A resposta da PSP à invasão acidental do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, na quinta-feira à tarde, quando um veículo de uma plataforma eletrónica atropelou um passageiro em sequência de uma aparente falha mecânica, deixou o Governo confiante na eficácia da estratégia antiterrorista do País.

Apesar de a ocorrência não ter representado um perigo concreto para a infraestrutura aeroportuária de Lisboa, a secretária-geral do Sistema de Segurança Interna, Helena Fazenda, foi informada pela PSP da capacidade de resposta demonstrada.

No ano passado, recorde-se, ocorreu um grande exercício, precisamente no Aeroporto Humberto Delgado, que juntou meios da Polícia de Segurança Pública, da ANA (empresa que gere os aeroportos nacionais), dos bombeiros e do INEM. A ideia era testar a velocidade e eficácia no ataque a ameaças concretas contra as infraestruturas de transportes e outras. A situação de quinta-feira foi vista como um teste positivo a esse trabalho.

Da parte da PSP, o plano está bem gizado. Os agentes da Divisão do Aeroporto, apoiados pelas Equipas de Intervenção Rápida e as equipas em moto, avançam em primeiro plano.

O Corpo de Intervenção tem, ao que o CM apurou, a tarefa de resolver alterações mais graves da ordem pública. Apesar de a ameaça terrorista em Portugal continuar a ser moderada, o alerta das forças de segurança mantém-se. PSP e GNR testam, com frequência, os respetivos efetivos neste domínio.
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