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Correio da Manhã

Portugal
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Ao minuto Atualizado às 11:48 | 14/04

Inspetor-chefe da PJ confirma ser arguido por alegada colaboração com Doyen

Inspetor da PJ terá alegadamente feito a ponte entre o fundo Doyen e a PGR.
Débora Carvalho 14 de Abril de 2021 às 10:32
Rui Pinto
Rui Pinto FOTO: Direitos Reservados
O julgamento de Rui Pinto recomeçou esta quarta-feira e serão ouvidas as testemunhas arroladas pela defesa do arguido Anibal Pinto, o advogado de Rui Pinto.
Ao minuto Atualizado a 14 de abr de 2021 | 11:48
11:23 | 14/04
Testemunha admite ter existido uma troca de emails com o queixoso (fundo Doyen).

Advogado de Aníbal Pinto questiona: "É normal tratar assistentes por tu?"

Rogério Bravo responde: "Tenho um defeito que me podem apontar. Olhe, o Luís Neves, trato-o por tu. É o meu diretor nacional. Muito naturalmente isso acontece. Geralmente trato as pessoas por tu. É um defeito meu."

Advogado volta a questionar: "Enviou emails?"

Rogério responde: "Eu achei que não era demais... pode fazer requerimento nesse género. Como já se fez com outras empresas. Não há nada que beneficie ninguém".
10:31 | 14/04
A primeira pessoa a ser ouvida é o inspetor Rogério Bravo, da Polícia Judiciária, que alegadamente terá feito a ponte entre o fundo Doyen e a Procuradoria-Geral da República.

A testemunha começa o depoimento a dizer que foi constituído arguido no processo que investiga a sua ligação ao fundo Doyen. O inquérito resulta de uma certidão extraída pelo tribunal que está a julgar o caso Football Leaks.

Pediu ao tribunal para não responder às perguntas da defesa de Aníbal, uma vez que é arguido nesse processo. A juíza disse que pode não responder às questões que o possam incriminar.
Rui Pinto Inspetor Rogério Bravo Anibal Pinto
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