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PGR abre processo de averiguação a magistradas envolvidas no caso de jornalistas vigiados

Com isto, a Procuradora-Geral da República pretende aferir se a conduta denunciada é suscetível de constituir infração disciplinar.
Débora Carvalho 14 de Janeiro de 2021 às 20:24
Lucília Gago
Lucília Gago FOTO: João Miguel Rodrigues

A Procuradora-Geral da República, Lucília Gago, abriu processos de averiguação às magistradas do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa envolvidas no caso de espionagem dos jornalistas.

"A Procuradora-Geral da República, na qualidade de Presidente do Conselho Superior do Ministério Público, determinou a instauração de processo de averiguação destinado, a aferir da relevância disciplinar da atuação do Ministério Público", disse ao CM fonte oficial do gabinete de Lucília Gago.

Com isto, a Procuradora-Geral da República pretende aferir se a conduta denunciada é suscetível de constituir infração disciplinar.

A procuradora Andrea Marques, do Departamento de Investigação e Ação penal (DIAP) de Lisboa instaurou, em 2018, um inquérito para apurar fugas de informação no processo "e-toupeira", tendo constituído arguidos o coordenador superior da Polícia Judiciária Pedro Fonseca e os jornalistas Carlos Rodrigues Lima, da revista Sábado, e Henrique Machado, ex-correio da Manhã e atualmente na TVI, segundo a revista Sábado.





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