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Correio da Manhã

Portugal

Manifestação pede demissão do ministro do Ambiente

Governante era esperado na CCDR mas não apareceu.
João Mira Godinho 6 de Junho de 2018 às 08:41
Protesto à porta da CCDR onde João Pedro Matos Fernandes era esperado
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
Protesto à porta da CCDR onde João Pedro Matos Fernandes era esperado
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
Protesto à porta da CCDR onde João Pedro Matos Fernandes era esperado
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes
Algumas dezenas de manifestantes pediram esta terça-feira, em Faro, a demissão do ministro do Ambiente. O protesto, contra a exploração de petróleo, realizou-se em frente à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Algarve, na qual João Pedro Matos Fernandes era esperado, mas o governante não apareceu.

A ocasião era a apresentação do Plano Nacional de Política de Ordenamento do Território e a presença do ministro tinha sido anunciada pela CCDR na sessão de abertura, às 09h30. Por isso, o protesto começou a essa hora.

"O Governo ignorou a opinião de mais de 42 mil pessoas que se pronunciaram contra o furo, isto não é democracia", comentou ao CM uma das manifestantes. "Não queremos furo em Aljezur nem em lado nenhum", referiu outra.

Em causa está a intenção do consórcio Eni/GALP em explorar petróleo ao largo de Aljezur.

PORMENORES 
Impacte ambiental
A contestação ao ministro aumentou depois de há cerca de duas semanas a Agência Portuguesa do Ambiente ter dispensado de avaliação de impacte ambiental o início dos trabalhos de prospeção de petróleo e gás.

Novo protesto
Para 7 de julho foi convocado, nas redes sociais, um novo protesto contra a exploração de petróleo em Portugal. Os promotores pedem que às 15h00 desse dia, em todas as praias nacionais, surfistas, body boarders e nadadores formem um cordão humano no mar.
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