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Correio da Manhã

Portugal
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PJ defende que pessoal do SEF será uma mais-valia

Luís Neves falou horas depois de ser confirmada a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.
Liliana Rodrigues 21 de Outubro de 2021 às 08:26
Luís Neves diretor da PJ
Luís Neves diretor da PJ FOTO: HUGO DELGADO/LUSA
"Os elementos do SEF são gente muito capacitada. Aqueles que vierem, se assim for decidido, a ingressar nos quadros da instituição, serão recebidos de braços abertos, serão devidamente integrados, serão respeitados. Serão uma mais-valia para a instituição”, afirmou, ontem, Luís Neves, horas depois de ser confirmada a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

À margem da cerimónia das comemorações do 76 anos da Policia Judiciária, que decorreu nas novas instalações em Braga, o diretor disse que “é preciso recuperar meios para recuperar tempo na investigação”, nomeadamente no que toca ao combate do crime económico - uma prioridade do Governo que tem esbarrado na crónica falta de meios humanos. “Se a reserva de recrutamento vier a ser quantificada da forma como nós desejamos e da forma como pensamos que vai ser disponibilizada, quer em termos de inspetores, quer de meios especializados tecnológicos, a direção nacional da PJ fará a maior afetação de meios que alguma vez foi feita na instituição, no combate à corrupção”, prometeu Luís Neves.

A ministra da Justiça desculpabilizou o Ministério da Finanças no atraso na contratação de inspetores para a PJ e reconhece que “em Portugal o combate à corrupção é mais lento comparando com os restantes países europeus”.


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