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Correio da Manhã

Sociedade
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Ao minuto Atualizado às 17:30 | 16/09

81,5% da população já está vacinada contra a Covid-19 em Portugal, avança Gouveia e Melo

Regras da próxima fase de desconfinamento e fim da obrigatoriedade do uso de máscara estão em cima da mesa.
16 de Setembro de 2021 às 15:12
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo FOTO: Miguel A. Lopes
Especialistas e políticos reunem-se esta quinta-feira no Infarmed para discutir a evolução da pandemia numa altura em que o país se aproxima da meta de ter 85% da população totalmente vacinada contra a covid-19.  

Na reunião, que decorre no formato semipresencial, participam o chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, e o primeiro-ministro, António Costa. Como tem sido habitual, a ministra da Saúde, Marta Temido, e grande parte dos especialistas estarão presentes e, desta vez, os diferentes partidos com assento parlamentar poderão enviar um elemento à reunião. Os restantes acompanharão os trabalhos por videoconferência.
Ao minuto Atualizado a 16 de set de 2021 | 17:30
17:26 | 16/09
O presidente da Assembleia da República destaca que "o processo de vacinação é um extraordinário êxito", mas refere que "ainda existem muitos idosos vacinados a falecerem depois das duas vacinas" e pede uma resposta para essa questão "para não alimentar negacionismos".
17:22 | 16/09
Marcelo Rebelo de Sousa destaca que "a vacinação é importante, mas a testagem é determinante".
17:19 | 16/09
Marcelo Rebelo de Sousa elogia "resposta dos portugueses" ao processo de vacinação. A taxa de vacinação é um reflexo da percepção dos portugueses da importância desse processo, segundo o Presidente.

"O povo português votou e a forma de voto foi a vacinação", sublinha.
17:15 | 16/09
"Em 14 países Portugal é de longe o país com a taxa de vacinação mais alta", refere o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.
17:11 | 16/09
Estão por vacinar cerca de 400 mil pessoas em Portugal, segundo o vice-almirante.

"Pensamos atingir os 85% de vacinação completa no fim de setembro, quanto muito na primeira semana de outubro", sublinha.
17:05 | 16/09
"Atingimos os 86% das primeiras doses e 81,5% de vacinação completa. A primeira batalha está ganha", afirma o vice-almirante Gouveia e Melo.

No Continente já inoculámos 15 milhões de vacinas
17:03 | 16/09
"É fundamental que todos nós adotemos as medidas protetoras. A pandemia não acabou", conclui a especialista.
17:02 | 16/09
Devem haver medidas protetoras mais apertadas para os lares de idosos.

Já nos trasportes públicos a máscara é obrigatória, mas de forma transitória, sublinha Raquel Duarte. 
17:00 | 16/09
As medidas gerais que devem ser sempre aplicadas devem ser a monitorização dos espaços fechados; a autoavaliação de risco individual e a utilização de medidas preventivas de acordo com essa avaliação.

A especialista propõe passar da obrigatoriedade para uma responsabilização individual
16:55 | 16/09
O certificado só deverá ser usado em situações de maior risco. É preciso que este certificado seja de acesso fácil e gratuito, até para quem não possam usar a Internet.
16:55 | 16/09
Certificado digital Covid deve ser usado como uma garantia adicional de segurança, alerta a especialista. 

Necessidade de garantir a qualidade do ar interior e da ventilação para que os espaços sejam seguros.

"Não esquecer dos mais idosos que deverá ser prioritário na administração da terceira dose", afirma.
16:54 | 16/09
Continuar a apostas na vacinação e reforço massivo da mesma, afirma Raquel Duarte.

A testagem tem dois objetivos: diagnóstico das pessoas doentes com sintomas e diagnóstico das pessoas assintomáticas.
16:46 | 16/09
Apenas 26% das pessoas não considera adequadas as medidas implementadas pelo Governo para conter a pandemia, sublinha a especialista Carla Nunes.

"No ano passado estávamos com uma tendência decrescente quanto à percepção da adequação das medidas de prevenção implementadas pelo Governo", mas este ano a tendência inverteu-se.
16:42 | 16/09
A especialista Carla Nunes destaca que os mais jovens mostram piores efeitos na saúde mental por causa das medidas de distanciamento. Está a aumentar a percentagem de pessoas mais novos que se sente ansiosa ou triste.

Por outro lado, os mais jovens e mais velhos têm valores mais baixos de percepção de risco.
16:37 | 16/09
"Os testes rápidos são úteis por serem mais baratos, mais rápidos e pela elevada especificidade", diz o investigador.

Para identificar as pessoas com alta probabilidade de transmitir a infeção, os testes rápidos são os ideais, conclui.
16:32 | 16/09
Quando a quantidade de vírus numa pessoa é elevada, os testes rápidos são quase tão eficazes como os testes PCR em detetar o vírus, refere o especialista Henrique Barros.

"Os testes PCR também têm falsos positivos e a quantidade de falsos negativos é enorme. Mais do que se pensa", sublinha.
16:26 | 16/09
"Vamos certamente evoluir de uma situação pandémica para uma endemia sazonal", afirma o especialista do Instituto de Saúde Pública, Henrique Barros.

Este verão há mais casos face ao verão do ano passado devido à maior mobilidade dos portugueses e à presença da variante Delta. 

Além disso, a percentagem de pessoas testadas passou de 5% para 70%.
16:19 | 16/09
"São esperadas novas variantes em países com baixa vacinação", afirma o especialista João Paulo Gomes.
16:13 | 16/09
"Em Portugal vamos ter um número muito menor de variantes" devido, entre outros fatores, à elevada taxa de vacinação. afirma o especialista João Paulo Gomes.
16:09 | 16/09
A variante Mu com origem na Colômbia foi detetada em 16 concelhos de sete distritos com um total de 32 casos.
O último caso foi detetado no fim de Junho.
16:07 | 16/09
O especialista João Paulo Gomes diz que a região Norte, Açores e Madeira foram as regiões onde se deu primeiro a entrada da variante Delta.
"Estamos com praticamente 100% de prevalência desta variante em todas as regiões do país".
15:59 | 16/09
Quanto à dose de reforço da vacina da Pfizer, a previsão é que seja feita seis meses após a segunda dose, em maiores de 12 anos, diz a especialista.
Sublinha ainda que o Centro Europeu para o Controlo da Doença aconselha dose adicional para portadores de doenças graves e idosos mais frágeis.


15:50 | 16/09
Fala agora a investigadora e diretora da Unidade de Avaliação Ciêntifica, Fátima Ventura.
"Continuam a ser desenvolvidas muitas vacinas. Há 30 vacinas em fase 3 e oito delas em fase 4".
15:45 | 16/09
Dezembro e Janeiro por serem alturas de festividades deverá haver um recentrar das atenções. Só nos piores cenários é que pode ocorrer uma violação das "linhas vermelhas". 

Há indicadores a monitorizar com especial atenção no Outono-Inverno como a incidência, hospitalizações e mortalidade nos grupos etários mais frágeis; a distribuição da frequência dos virus respiratorios em circulação; efetividade das vacinas covid-19 e gripe e temperaturas ambientais;
15:39 | 16/09
Há uma redução da efetividade da vacina de 40% após cinco meses da sua aplicação.
Apesar disso, "nunca estivemos com valores tão baixos do "R" sem medidas", refere Baltazar Nunes.
15:37 | 16/09
"O R(t) é estimado em 0,84 no país e 0,8 em todas as regiões do continente", sublinha Baltazar Nunes.
O investigador observa que nos diferentes países da Europa a uma maior vacinação corresponde uma menor transmissão do vírus.
15:34 | 16/09
Outono trás novos desafios devido à gripe e outros vírus respiratórios. Segundo o especialista Baltazar Nunes do Instituto Nacional da Saúde Ricardo Jorge é "fundamental monitorizar as linhas vermelhas".
15:31 | 16/09
Por cada 5 mortes por Covid-19 quatro não tinha vacinação completa no final de agosto, afirma Pedro Pinto Leite. O mesmo se verifica no caso das hospitalizações, de acordo com o especialista Pedro Pinto leite.
15:29 | 16/09
Por cada cinco hospitalizados, quatro não tinha vacinação completa no final de agosto.
15:24 | 16/09
Quanto aos internamentos há um decréscimo de 15% face ao período homólogo. Quanto há taxa de mortalidade há uma tendência de 19%, segundo o especialista Pedro Pinto Leite.
15:19 | 16/09
A região do Alentejo mantém-se como a região com mais incidência, segundo o especialista Pedro Pinto Leite. Salienta a descida abrupta nos grupos etários dos 10 aos 19 anos e dos 20 aos 29 anos.
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