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Correio da Manhã

Sociedade
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Apenas cinco concelhos estão abaixo do nível máximo de incidência

Menos três do que na última semana.
Lusa 21 de Janeiro de 2022 às 15:28
Variante B.1.1.529 'Omicron' da Covid-19
Variante B.1.1.529 'Omicron' da Covid-19 FOTO: Direitos Reservados
Apenas cinco dos 308 concelhos de Portugal estão abaixo do nível máximo de incidência de infeções pelo coronavírus SARS-CoV-2, menos três do que na última semana, indica o boletim desta sexta-feira da Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo os dados da DGS, Calheta, Corvo, Santa Cruz da Graciosa, Velas - todos nos Açores - e Mourão são os únicos concelhos que registam uma incidência cumulativa a 14 dias inferior a 960 casos por 100 mil habitantes, o patamar mais alto dos sete definidos pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças para este indicador.

Em relação ao relatório da última sexta-feira, os concelhos de Avis, Alvito, Góis e Gavião passaram para o nível máximo de incidência, enquanto Mourão baixou para o segundo nível entre 480 e 959,9 casos por 100 mil habitantes a 14 dias.

Todos os restantes 303 concelhos estão no nível máximo, destacando-se os concelhos de Câmara de Lobos (incidência de 11.918), Funchal (10.205) Cabeceiras de Basto (9.635).

Em sentido contrário, com a incidência cumulativa mais baixa do país, está esta semana o Corvo, com 426 casos por 100 mil habitantes a 14 dias, situando-se no terceiro dos sete níveis de risco.

A covid-19 provocou pelo menos 5,57 milhões de mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

Em Portugal, desde março de 2020 morreram 19.496 pessoas e foram contabilizados 2.118.125 casos de infeção, segundo a última atualização da Direção-Geral da Saúde.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China.

Uma nova variante, a Ómicron, classificada como preocupante e muito contagiosa pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi detetada na África Austral e, desde que as autoridades sanitárias sul-africanas deram o alerta em novembro, tornou-se dominante em vários países, incluindo em Portugal.

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