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Correio da Manhã

Sociedade
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Câmara de Vila Real atribui medalha de ouro a vice-almirante Henrique Gouveia e Melo pelas "vidas salvas"

Coordenador da Task Force viu esta terça-feira o seu trabalho ser reconhecido.
Lusa 1 de Junho de 2021 às 16:56
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo
Gouveia e Melo
A Câmara de Vila Real vai conceder a medalha de ouro ao vice-almirante Henrique Gouveia e Melo como reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no combate à pandemia de covid-19 e pelas "vidas salvas", foi hoje anunciado.

O município de Vila Real disse, em comunicado, que deliberou conceder a Henrique Gouveia e Melo a medalha de mérito municipal -- grau ouro - "representando o reconhecimento que este concelho e todo o país devem ao cidadão, ao militar, ao líder e a toda a sua equipa, pelo trabalho desenvolvido no combate à pandemia de covid-19 e pelas vidas salvas".

O vice-almirante assumiu a 03 de fevereiro as funções de coordenador da 'task force' para o plano de vacinação contra a covid-19.

"O planeamento e a execução da maior operação sanitária alguma vez levada a cabo em Portugal têm sido reconhecidos como exemplares, quer nacional, quer internacionalmente. Num país que nem sempre é elogiado pela sua capacidade de organização, o rigor da equipa liderada pelo vice-almirante Gouveia e Melo tem demonstrado, cabalmente, a nossa capacidade coletiva para fazer bem, o que nos deve encher de orgulho", referiu a autarquia liderada pelo socialista Rui Santos.

Salienta-se, segundo o município, "a curiosidade de Gouveia e Melo ter integrado o curso com o nome 'Carvalho Araújo', grande herói naval nacional e orgulho de Vila Real, ao ingressar na Escola Naval em 1979".

"Esta distinção foi a forma que Vila Real encontrou de agradecer o importante trabalho desenvolvido pelo coordenador da 'task force' que veio devolver a esperança de um regresso à normalidade tão ansiada por todos", salientou a câmara.

Até agora, Portugal já administrou cerca de cinco milhões de vacinas e até ao final do processo serão dadas 15 a 17 milhões, o que significa que se está "a um terço do processo".

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.551.488 mortos no mundo, resultantes de mais de 170,6 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.025 pessoas dos 849.538 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

PLI // JAP

Lusa/Fim

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