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Correio da Manhã

Sociedade
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Câmaras destacam custos elevados dos sistemas para separar resíduos da fatura da água

Objetivos estão previstos num decreto-lei com o regime geral da gestão de resíduos, de dezembro de 2020, que transpõe normas europeias e estabelece metas de reciclagem.
Lusa 8 de Maio de 2021 às 10:37
Torneira
Torneira FOTO: Getty Images
Os municípios têm até 2026 para separarem a tarifa de resíduos da conta da água dos consumidores, um processo que já arrancou nalgumas câmaras, que destacam as vantagens para as famílias e o custo elevado dos novos sistemas.

Os objetivos estão previstos num decreto-lei com o regime geral da gestão de resíduos, de dezembro de 2020, que transpõe normas europeias e estabelece metas de reciclagem, prevendo que os municípios separem as taxas de resíduos da conta da água a partir de julho deste ano, dando-lhes cinco anos para se adaptarem.

As contas das taxas de resíduos serão calculadas com base no conceito "Pay as you Throw" (PAYT), em que cada agregado paga consoante o lixo que produz, o que significa que quem mais recicla menos paga, mas exige das autarquias responsáveis pela recolha uma onerosa conversão dos atuais sistemas para outros tecnologicamente mais complexos.

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