Barra Cofina

Correio da Manhã

Sociedade
3

António Costa: "Se tudo decorrer com normalidade, atingiremos os 70% de imunização no final do verão"

Primeiro-ministro falou sobre o plano de vacinação Covid-19 durante uma visita ao hospital prisional São João de Deus, em Caxias.
Correio da Manhã e Lusa 4 de Fevereiro de 2021 às 16:10
António Costa apelou para os portugueses não desvalorizarem a pandemia
António Costa justifica fecho das escolas com necessidade de travar a pandemia
António Costa apelou para os portugueses não desvalorizarem a pandemia
António Costa justifica fecho das escolas com necessidade de travar a pandemia
António Costa apelou para os portugueses não desvalorizarem a pandemia
António Costa justifica fecho das escolas com necessidade de travar a pandemia
O primeiro-ministro, António Costa, fez esta quinta-feira uma visita ao hospital prisional São João de Deus, em Caxias, e assistiu à vacinação de funcionários contra a Covid-19.

O PM relembrou que "se tudo decorrer com normalidade, sem atrasos na produção e entrega ou outros incidentes, atingiremos os 70% imunização no final do verão".

António Costa condenou ainda os casos de vacinação Covid-19 indevida: "é grave e exige punição".

No entanto, o primeiro-ministro sublinha que "nao podemos, a partir de um fruto podre, diminuir o que é uma operação de grande sucesso".


Demissão de Francisco Ramos nada teve a ver com o plano de vacinação

O primeiro-ministro afirmou hoje que a demissão de Francisco Ramos de coordenador do plano de vacinação contra a covid-19 nada teve a ver com o trabalho no âmbito deste programa, cuja operação está a decorrer "com sucesso".

Esta posição foi transmitida por António Costa no final de uma visita ao Hospital Prisional São João de Deus, em Caxias, município de Oeiras, em que esteve acompanhado pela ministra da Justiça, Francisco Van Dunem, e em que assinalou o início do processo de vacinação dos funcionários prisionais.

Interrogado pelos jornalistas sobre as causas da demissão de Francisco Ramos, antigo secretário de Estado da Saúde, o líder do executivo disse que "a substituição do responsável pela `task force´ nada teve a ver com o trabalho no âmbito do plano de vacinação contra a covid-19".

De acordo com António Costa, essa demissão resultou de "uma ocorrência numa instituição, o Hospital da Cruz Vermelha" em que Francisco Ramos também é presidente do Conselho de Administração.

Interrogado se a nomeação do vice-almirante Henrique Gouveia e Melo é um sinal de que o Governo deveria ter dado mais cedo uma posição de destaque aos militares no processo de vacinação contra a convid-19, o primeiro-ministro contrapôs que as Forças Armadas, "desde início", têm assumido um papel central.

"O vice-almirante Gouveia e Melo era já membro da `task force´ e responsável por toda a organização logística desta operação", observou.

Mais informação sobre a pandemia no site dedicado ao coronavírus - Mapa da situação em Portugal e no Mundo. - Saiba como colocar e retirar máscara e luvas - Aprenda a fazer a sua máscara em casa - Cuidados a ter quando recebe uma encomenda em casa. - Dúvidas sobre coronavírus respondidas por um médico Em caso de ter sintomas, ligue 808 24 24 24
Covid-19 António Costa São João de Deus
Ver comentários