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Doentes do Amadora-Sintra “nunca correram perigo”, garante hospital após sobrecarga na rede de oxigénio

"Vamos ter que manter alguma carência de entrada e saída de doentes para mantermos a segurança", afirma. 
Correio da Manhã 27 de Janeiro de 2021 às 13:04
Hospital Amadora-Sintra
Hospital Amadora-Sintra FOTO: Tiago Sousa Dias
O Hospital Amadora-Sintra vai transferir esta quarta-feira 32 doentes, os primeiros 19 doentes para o Hospital da Luz, numa operação a que o enfermeiro-chefe Rui Santos, em conferência de imprensa, apelidou de "inédita".

Rui Santos garantiu que os doentes "nunca correram perigo" após sobrecarga na rede de oxigénio e que a transferência de 43 e não de 53 doentes, retificou o enfermeiro-chefe, foi feita de modo preventivo.  

O Hospital mantém reserva de segurança de oxigénio e garante que as condições estão asseguradas, porém o número excessivo de doentes mantém a necessidade de transferência. 

"Vamos ter que manter alguma carência de entrada e saída de doentes para mantermos a segurança", afirma assessor.

Vai ser criada uma enfermaria no Hospital da Luz com vários profissionais de saúde do Amadora-Sintra que vão acompanhar o tratamento destes doentes de modo a aliviar pressão do hospital sobrecarregado. Essa enfermaria era uma área que o Hospital da Luz tinha vaga e que cedeu ao Amadora-Sintra. É para aí que serão transferidos 19 doentes acompanhados de 10 enfermeiros, três médicos e auxiliares de saúde.

Os restantes doentes vão ser transferidos até ao final do dia, nove para o Hospital das Forças Armadas e quatro para o Hospital de campanha de Portimão.

Dos 43 doentes transferidos esta terça-feira, 38 eram positivos à Covid-19 e cinco são doientes não-Covid. Desses estão ainda incluídas 3 crianças.



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